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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Reflexões de uma quase aniversariante.

Acho que todo mundo concorda que esse blog estava gritando por uma atualização, mas eu ando meio sem assunto, a faculdade - e principalmente, o fato de ter que acordar de manhã - vem tomando não só meu tempo, mas também minha capacidade criativa. Além do mais, estou sem internet em casa e com tudo acontecendo não tenho como vir ao escritório todos os dias como eu vinha antes. Mas, enfim, 'vamos falar de coisa boa'. Ou não.
Meu aniversário de 19 anos está chegando, dia 25 de abril, domingo. Eaí? Olha só, nem estou preocupada com a idade, a responsabilidade, a maturidade e etc. Apesar das minhas crises imaturas, tô ligada que meu amadurecimento no geral foi excelente nesse ano que passou, e passou rápido, não? Quando penso em tudo o que aconteceu em 2009 não entendo como cabe tanta coisa em um ano só.
Pois é, o que passou, passou - como dizem. Mas o que passou, ensina, ajuda, esclarece, o que tá passando e o que vai passar. Sou muito apegada ao passado, mas não deixo de viver o presente por isso, talvez seja o medo de cometer os mesmos erros - e de vez em quando cometo sim -, talvez seja mania mesmo, o que importa é estar sempre atenta e procurando evoluir. Evoluí muito de 18 para 19, dizem que não muda nada, mas posso dizer que muda muito. Engraçado é que as pessoas que me disseram "fazer 18 anos não muda nada", são pessoas que tiveram suas mudanças, tiraram carta, entraram na faculdade, obtiveram falsa independência e depois se desiludiram. Eu não tirei carta ainda (pois é), não entrei na faculdade logo que fiz 18 e sim quase aos 19, não tive a sensação de independência, só o que não faltou foi maturidade e é essa maturidade que me faz enxergar hoje, que foi essa falta de acontecimentos característicos que me fez evoluir. Evoluir ás vezes é apenas a capacidade de enxergar a mudança. (Frase inventada agora no calor do momento, não me roubem).
Enfim, chego aos 19 com certa maturidade (também não vou falar que sou super madura, porque seria muito mentira), com uma bagagem interessante de experiências, e é claro, com carinha de 14. HAHAHAH Nos últimos dias, mais do que nunca, tenho ouvido isso, e é engraçado que até dois ou três meses atrás me davam uns 16 anos, e ultimamente as pessoas tem me dado 14 anos. Jura? HAHAHAHAH

Ãnfãn (Enfim) ... Feliz aniversário para mim!
Kisses =*


P.S. de hoje:

Brincadeira de cores:
Cinza = Comentários meio fora do contexto. Ou não.
Azul = Citações de personalidades e pessoas comuns.
Roxo (Lilás, né?) = Citações minhas.
Outro Lilás = Importante pra mim.

Nem precisava de legenda de cores, mas gostei de brincar disso! HAHAH)

quarta-feira, 10 de março de 2010

Pois é, mudei de faculdade.

Unaerp, Publicidade e Propaganda (Com ênfase em Marketing, veja bem), viajar todo dia pra Ribeirão Preto? Hum, no último post eu disse Unaerp? Opa... elementar. Pois é, mas essas coisas, não existem mais na minha vida! Bem, vou explicar porquê.

A começar pelo curso, é legal sim, divertido, mas não é no que me vejo trabalhando. Então vem o fato de viajar todo dia, olha, quanto isso não preciso nem me justificar, viajar uma hora e meia pra ir e outra uma e meia pra voltar, quem curte? A faculdade, ah, essa sim não me decepcionou em nada, puta faculdade bonita, grande, com tudo necessário e além do necessário (Tipo uma área de alimentação ao invés de cantina, onde vendia até açaí, e uma academia para os alunos). Os amigos, lógico que fiz amigos lá, mas que nem dá pra comparar com meu sentimento e tempo de envolvimento com os daqui, além do mais a minha sala tinha 15 pessoas, o que não, não é legal. E por último, mas não menos importante, a família, não tô pronta pra esse tipo de separação, principalmente da minha irmã, que ainda tá crescendo e eu quero ver esse processo de perto. Não vou nem colocar namorado nesses itens, porque da área sentimental é o que menos seria prejudicado - pois é provavelmente o que mais veria (além da minha mãe) -, mas sim, seria muito também.
Bem, mesmo se eu me mudasse pra lá, que era o que aconteceria um dia, os outros problemas persistiriam. Inclusive ficaria mais difícil dividir um final de semana entre amigos, família e namorado. De qualquer forma, viajando ás 16h55 e voltando 24h30 eu perdia quase o dia todo! Enfim, eu saí da faculdade sim, mas não pensem que foi pra voltar pra vida da vagabundagem, nem mesmo pro cursinho (eu hein!), eu farei (na verdade, já estou fazendo) algo que já critiquei muito. :x
Estou fazendo Direito - hoje faz uma semana, na Unifeb. Ah sim, por que eu criticava? Pela comodidade da maioria das pessoas barretenses, do tipo, "não sei o que farei da vida, opa, feb.. ah, o quê? Direito, Adm". Não estou falando - longe de mim - que Direito ou Adm sejam cursos de gente perdida, porque tem gente ali que sabe o que quer, mas vamos combinar que não é maioria. Principalmente Adm, que muita gente pensa ser um caminho mais fácil e depois acaba desistindo porque viu que não é bem assim. Também não estou dizendo que fui de perdida fazer esse curso, porque por mais que alguns duvidem, Direito e Publicidade tem um ponto principal em comum. Na Publicidade você estuda, entre outras coisas, a arte de influenciar as pessoas, e no Direito não é diferente. Além do mais, criatividade é algo necessário em, toda profissão.
E ainda me falaram que tenho mais a ver com Direito do que com Publicidade. Fora a Flávia Luz, é lógico, que ficou super decepcionada que não irei mais abrir uma agência com ela! Hahahah Já falei que se ela quiser, ela pode me contratar pra cuidar dos assuntos jurídicos da empresa. Além do mais, morando em Barretos também fico mais próxima da Juh Gidrão, que está fazendo Odonto. Agora me diz, com essa louca sendo dentista, acha que ela não vai precisar de uma amiga advogada por perto? Hahahah
Enfim, tô muito mais animada com Direito sim, do que com Publicidade. Quem sabe as pessoas por aí não estão certas? Talvez seja mais minha cara mesmo, tipo coisas roxas! hahah.

Bem, é isso. Beijomeliga. ;*

PS: Flá e Juh em verde porque uma gosta muito de sapo, e a outra, bem... Ela parece muito um sapo! hahah


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Naquelas de vestibular


Pois é, esse é mais um daqueles posts onde eu digo "Oh, meu Deus, quanto tempo não venho aqui" e ainda "Prometo que vou tentar vir mais". Já repararam que "Prometo que vou tentar" não é promessa nenhuma? Afinal, você disse que iria tentar, logo, "ah desculpa, tentei e não consegui" e tudo vai pro ralo. Promessa é uma certeza, mas prometer que vai tentar não é certeza de nada, né? Enfim, não vou prometer. Eu gosto daqui, mas às vezes olho e dá uma preguicinha de pensar no que escrever, ou pior, às vezes eu estou toda inspirada e morrendo de preguiça de colocar em palavras.
Hoje eu que estou incrívelmente empolgada em escrever, também estou incrívelmente sem criatividade pra falar algo. O máximo de interessante que posso dizer aqui é que finalmente descobri o que quero fazer de faculdade, Publicidade e Propaganda. Meu primeiro vestibular é dia 14 e por sacanagem do destino, no dia 13 tenho dentista de manhã e o desfile do meu namorado a noite - é, daqueles com 90 pessoas desfilando que vai terminar certamente mais de meia noite. Que horas é minha prova? 8h da manhã. Também admito que não estudei nada, que faz muito tempo que nem faço uma prova e que vai ser um desastre.
Se eu vou no desfile? Lógico! Se eu vou passar no vestibular? Lógico! Afinal, a Lei da Atração me ama, já deu pra perceber isso depois que consegui realizar até os desejos mais idiotas. Hahahah E ah, não revelarei aqui os vestibulares que irei prestar, porque são em sua maioria de escolas particulares e não passar em um desses vestibulares é vergonha demais, mas nunca se sabe. Então quando eu passar, revelo! Hahahah
Kisses guys ;*

domingo, 21 de dezembro de 2008

Questão de Maturidade

Algumas pessoas chegam aos 18 anos sem a menor idéia do que fazer da vida. Outras, apenas aos 6 anos de idade já tem a idéia absoluta do que vão fazer. É assim, uma questão de maturidade, a gente nunca pode dizer que alguém está pronto ou não para algo apenas pela idade, porque a idade é apenas um pequeno indicador e a maturidade é um indicador enorme, vermelho e que ainda pisca (??).
Os fatos são, minha mãe aos 6 anos de idade já sabia que queria ser jornalista e foi mais ou menos por aí a sua primeira vez falando para o público, depois disso foi oradora nas suas formaturas (por indicação dos outros), e passou seu primeiro ano da faculdade com 17 anos (porque ela é meio adiantada, faz aniversário em novembro), daí pra frente se tornou uma excelente profissional e isso não é só minha opinião, é verdade. Já eu, aos 17 anos ainda não sei o que fazer da vida, cada dia que passa tenho aprendido a segurar certas responsabilidades e principalmente nas últimas semanas tenho me sentido mais mulher, tomando decisões importantes na minha vida.
Maturidade não é idade e sim experiência, modo de viver e de olhar as coisas, jeito de lidar com as responsabilidades e importantes decisões. Ninguém é obrigado a saber o que quer da vida com 6 anos de idade porque isso vai de cada um, mas também as pessoas não deveriam chegar aos 40 ainda não sabendo de nada e não querendo ter responsabilidades. Por mais que você tente adiar, um dia você vai ter que tomar as rédeas da situação e quanto mais você demorar para aprender a lidar com isso, mais difícil vai ser esse dia. Por isso comece por pequenas decisões, pequenas mudanças, e um dia você vai se olhar e pensar "Nossa, amadureci".
Kissescallme!
C. Gomes

PS: Ninguém precisa desistir de sonhar, de se encantar com as coisas simples ou de brincar e rir como criança quando der vontade.
PS²: Para ser maduro, não é preciso ser sempre sério e sempre adulto.
PS³: Obrigada Rôdy (Domínio do Rôdy) pela inspiração do post no meio de uma conversa "adulta" (hahahah).

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Criar juízo? Mas ele come o quê?

Faz seis meses que criei esse blog, e depois disso, não apareci mais. Não tenho a desculpa de dizer que sou muito ocupada por causa dos estudos, ou trabalho. Na verdade, comecei a trabalhar pra valer faz muito pouco tempo, antes eu só aparecia no escritório do meu pai periodicamente para trabalhar. Continuo trabalhando pro meu pai, o que por muitos é considerado regalia (ok, é um pouco mesmo), mas agora com um pouco mais de juízo nessa cabecinha castanha, tenho comparecido de acordo com o que a escola permite.
E... Ah, escola! Não é o meu assunto preferido nos últimos meses, mas já que toquei no assunto, falarei sobre. Atualmente curso o terceiro ano do ensino médio e não tenho muita alegria nisso. Quando eu tava no primeiro ano, pensava que ia ser lindo o terceiro, e tudo mais. Aí começou primeiro semestre, estava tudo relativamente bem, minhas notas acima da média e tal, eu achava super legal estudar em um auditório com mais de 60 alunos e tava aquela coisa de que-legal-tô-no-terceirão. O que aconteceu foi que, no segundo semestre, por ter muita reclamação em relação a conversa na sala e ter mais gente se matriculando lá, dividiram as salas e aí começou meu sofrimento. Não que eu questione o fato da divisão, afinal, eu sabia como estava caótica a situação no auditório, mas as salas foram dividias por ordem alfabética (do A ao J em uma sala, e do J em diante, em outra) ... e adivinhem os nomes das minhas amigas? Maria, Mariana, Marina, Tábata! E eu, a Carol, fiquei separadinha das amigas!
Não que eu seja insociável, isolada, autista, etc. Mas é realmente frustrante toda a minha turma estar em uma sala, e eu não. Pra finalizar a minha tristeza, estamos na época do vestibular e eu não tenho a mínima idéia - ok, talvez mínima eu tenha - do que fazer de faculdade e isso não me da motivação nenhuma para estudar. Resultado disso? Notas baixas, faltas frequentes, e por mais que eu saiba que estou levando as coisas do modo errado, tá complicado mudar. Mas é isso que estou tentando. Como eu disse também em relação ao trabalho, to criando juízo nessa minha cabecinha castanha e espero que funcione!