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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Naquelas de vestibular


Pois é, esse é mais um daqueles posts onde eu digo "Oh, meu Deus, quanto tempo não venho aqui" e ainda "Prometo que vou tentar vir mais". Já repararam que "Prometo que vou tentar" não é promessa nenhuma? Afinal, você disse que iria tentar, logo, "ah desculpa, tentei e não consegui" e tudo vai pro ralo. Promessa é uma certeza, mas prometer que vai tentar não é certeza de nada, né? Enfim, não vou prometer. Eu gosto daqui, mas às vezes olho e dá uma preguicinha de pensar no que escrever, ou pior, às vezes eu estou toda inspirada e morrendo de preguiça de colocar em palavras.
Hoje eu que estou incrívelmente empolgada em escrever, também estou incrívelmente sem criatividade pra falar algo. O máximo de interessante que posso dizer aqui é que finalmente descobri o que quero fazer de faculdade, Publicidade e Propaganda. Meu primeiro vestibular é dia 14 e por sacanagem do destino, no dia 13 tenho dentista de manhã e o desfile do meu namorado a noite - é, daqueles com 90 pessoas desfilando que vai terminar certamente mais de meia noite. Que horas é minha prova? 8h da manhã. Também admito que não estudei nada, que faz muito tempo que nem faço uma prova e que vai ser um desastre.
Se eu vou no desfile? Lógico! Se eu vou passar no vestibular? Lógico! Afinal, a Lei da Atração me ama, já deu pra perceber isso depois que consegui realizar até os desejos mais idiotas. Hahahah E ah, não revelarei aqui os vestibulares que irei prestar, porque são em sua maioria de escolas particulares e não passar em um desses vestibulares é vergonha demais, mas nunca se sabe. Então quando eu passar, revelo! Hahahah
Kisses guys ;*

domingo, 21 de dezembro de 2008

Questão de Maturidade

Algumas pessoas chegam aos 18 anos sem a menor idéia do que fazer da vida. Outras, apenas aos 6 anos de idade já tem a idéia absoluta do que vão fazer. É assim, uma questão de maturidade, a gente nunca pode dizer que alguém está pronto ou não para algo apenas pela idade, porque a idade é apenas um pequeno indicador e a maturidade é um indicador enorme, vermelho e que ainda pisca (??).
Os fatos são, minha mãe aos 6 anos de idade já sabia que queria ser jornalista e foi mais ou menos por aí a sua primeira vez falando para o público, depois disso foi oradora nas suas formaturas (por indicação dos outros), e passou seu primeiro ano da faculdade com 17 anos (porque ela é meio adiantada, faz aniversário em novembro), daí pra frente se tornou uma excelente profissional e isso não é só minha opinião, é verdade. Já eu, aos 17 anos ainda não sei o que fazer da vida, cada dia que passa tenho aprendido a segurar certas responsabilidades e principalmente nas últimas semanas tenho me sentido mais mulher, tomando decisões importantes na minha vida.
Maturidade não é idade e sim experiência, modo de viver e de olhar as coisas, jeito de lidar com as responsabilidades e importantes decisões. Ninguém é obrigado a saber o que quer da vida com 6 anos de idade porque isso vai de cada um, mas também as pessoas não deveriam chegar aos 40 ainda não sabendo de nada e não querendo ter responsabilidades. Por mais que você tente adiar, um dia você vai ter que tomar as rédeas da situação e quanto mais você demorar para aprender a lidar com isso, mais difícil vai ser esse dia. Por isso comece por pequenas decisões, pequenas mudanças, e um dia você vai se olhar e pensar "Nossa, amadureci".
Kissescallme!
C. Gomes

PS: Ninguém precisa desistir de sonhar, de se encantar com as coisas simples ou de brincar e rir como criança quando der vontade.
PS²: Para ser maduro, não é preciso ser sempre sério e sempre adulto.
PS³: Obrigada Rôdy (Domínio do Rôdy) pela inspiração do post no meio de uma conversa "adulta" (hahahah).

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Pseudo Final de Semana

Como hoje é Dia dos Professores, a escola nos deu uma bela de um folga, folga essa que quase se enquadrou na essência do final de semana (por isso o título do post). Praticamente ganhei uma sexta e um domingo, ou seja, (cerveja! hahaha) um dia com os afarezes rotineiros, mas podendo sair a noite sem hora pra voltar, e um dia pra não fazer nada, mas já com responsabilidades pro dia seguinte.
Ontem (a pseudo-sexta), fomos no Warte, seguir aquele mesmo ritual da cervejinha e batata frita que é feito de tempos em tempos. Foi a Juh, a Mah e a Mari. Como diriam os meninos da minha sala, "certeza de sucesso". E foi sucesso mesmo, demos muitas risadas (álias, com essas meninas não dar risadas seria realmente impossível), fofocamos um pouco (ok, nem foi pouco), ouvimos as histórias bizarras a Juh (que ela conta daquele jeito engraçado que só ela faz), comemos batata frita (dã) e tomamos cerveja (dã, de novo). Pra finalizar demos umas andanças, indo parar no Jhotas conveniência e tal. Isso sem mencionar eu e a Juh extremamente alegres cantando música de quadrilha - sim, aquele "tanãnãnãnã.." - e irritando as meninas, lógico.
Já hoje (o pseudo-domingo), teve um churrasco dos dois terceiros com as sobras do patrocínio arrecadado na gincana (álias, sobrou?) e lógico, com colaboração nossa. Talvez tenha sido o último churrasco com todo mundo assim, infelizmente. O lugar era meio complicado pra ir, mas era bem gostoso, espaçoso, com piscina, campo de futebol e tudo mais. Tava quase todo mundo dos terceiros lá, e também pessoas de fora como a Fê e o Gabriel, que não poderiam faltar de jeito nenhum porque animam minha vida :). Eu, devido ao meu excesso de cerveja na pseudo-sexta, não bebi - álias, bebi, mas foi praticamente nada, perto do meu normal num churrasco -, mas em compensação vi gente que eu nunca tinha visto bebendo, beber e ainda ficar bebado. Álias, dava pra contar as poucas pessoas sóbrias lá e eu era uma delas, coisa que dificilmente acontece! Apesar de ter sido jogada na piscina de roupa - diga-se de passagem, a única roupa que eu tinha - e ter mergulhado junto com o meu celular, que ainda não sei ao certo se sobreviverá a experiência, foi bom sim. Tanto pra se divertir quanto pra já meio que se despedir, dessa galera que me agüentou (e se agüentou) durante um ano - em alguns casos dois ou três... ou mais -, pois é, o fim do ano tá aí, vestibulares também. Qual será o destino certo de cada um de nós? Ninguém sabe.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Criar juízo? Mas ele come o quê?

Faz seis meses que criei esse blog, e depois disso, não apareci mais. Não tenho a desculpa de dizer que sou muito ocupada por causa dos estudos, ou trabalho. Na verdade, comecei a trabalhar pra valer faz muito pouco tempo, antes eu só aparecia no escritório do meu pai periodicamente para trabalhar. Continuo trabalhando pro meu pai, o que por muitos é considerado regalia (ok, é um pouco mesmo), mas agora com um pouco mais de juízo nessa cabecinha castanha, tenho comparecido de acordo com o que a escola permite.
E... Ah, escola! Não é o meu assunto preferido nos últimos meses, mas já que toquei no assunto, falarei sobre. Atualmente curso o terceiro ano do ensino médio e não tenho muita alegria nisso. Quando eu tava no primeiro ano, pensava que ia ser lindo o terceiro, e tudo mais. Aí começou primeiro semestre, estava tudo relativamente bem, minhas notas acima da média e tal, eu achava super legal estudar em um auditório com mais de 60 alunos e tava aquela coisa de que-legal-tô-no-terceirão. O que aconteceu foi que, no segundo semestre, por ter muita reclamação em relação a conversa na sala e ter mais gente se matriculando lá, dividiram as salas e aí começou meu sofrimento. Não que eu questione o fato da divisão, afinal, eu sabia como estava caótica a situação no auditório, mas as salas foram dividias por ordem alfabética (do A ao J em uma sala, e do J em diante, em outra) ... e adivinhem os nomes das minhas amigas? Maria, Mariana, Marina, Tábata! E eu, a Carol, fiquei separadinha das amigas!
Não que eu seja insociável, isolada, autista, etc. Mas é realmente frustrante toda a minha turma estar em uma sala, e eu não. Pra finalizar a minha tristeza, estamos na época do vestibular e eu não tenho a mínima idéia - ok, talvez mínima eu tenha - do que fazer de faculdade e isso não me da motivação nenhuma para estudar. Resultado disso? Notas baixas, faltas frequentes, e por mais que eu saiba que estou levando as coisas do modo errado, tá complicado mudar. Mas é isso que estou tentando. Como eu disse também em relação ao trabalho, to criando juízo nessa minha cabecinha castanha e espero que funcione!