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quarta-feira, 17 de junho de 2009

11ª Festa dos Campeões de Barretos! (Y)


O que foi que eu disse no post anterior? Que eu não tinha ingresso pra festa, mas eu ia porque assim eu disse, né? Então, consegui pulseirinha pra todos os dias da festa sem pagar absolutamente nada! E o melhor, sem ajuda da influência do meu pai ou da minha mãe! Hahahah Aliás né, obrigada Juh amiga, linda, maravilhosa, amo você! huaeihaeuiae
Então a Champion's Party foi... hum... boazinha? Antes que me critiquem, não to dizendo isso só porque fui free e to esnobando. To dizendo porque deixou muito a desejar mesmo. Primeiro que tava um frio absurdo demais que pra mim resultou em dor de garganta e uma tosse insuportavel, segundo que a organização foi péssima, tinha que andar uns cem metros do estacionamento até a entrada de credencial porque só tinha uma portaria que funcionava o sistema de computador e terceiro que 97% das pessoas do recinto eram extremamentes desprovidas de qualquer beleza, ou seja, eu conhecia menos que 3%.
No primeiro dia eu gastei dez reais em uma batida que me deixou trilouca e disso não posso reclamar. Pedi pro carinha abusar no álcool e assim ele fez, amém. Entramos (Eu e a Juh) no lounge (balada vip depois do show) porque disseram que a nossa pulseirinha verde entrava e dançamos até de manhã com nossos amigos mais triloucos ainda. Depois ainda fomos dar uma pinta nos Las Vegas (posto próximo e com alta taxa de baixaria) antes de ir embora.
Segundo dia foi bem...vazio. Encontramos algumas poucas pessoas conhecidas e ficou por isso mesmo. Descobrimos que a pulseira verde simplesmente não entrava mais no lounge (organização? oi?) e quase matamos alguém por isso. De qualquer forma, passou algum tempo e o promoter do lounge viu que não ia dar em nada (ninguém lá dentro, ninguém lá fora) e resolveu abrir pra everyone (nesse caso, everyone significa ninguém mesmo). Entramos lá e pra não falar que não tinha ninguém, tinha umas dez pessoas conhecidas (Oh!). Depois, Veguinhas Conveniência pra comprar Doritos, Fandangos e um vinho que o Reno bancou. Fomos pra porta da casa da Juh, bebemos, conversamos e aquilo e tal.
Bora terceiro dia. Eu toda esperando um "milagre de Dia dos Namorados" - Tá, eu sei que não existe, mas no dia eu inventei e esperei, ok? - e então, eis que, nada acontece. Pois é, nada mesmo. A Má prima da Juh foi com a gente e eu fiz um amiguinho novo, essa foi a parte legal. Fora isso, gastei 15 reais pra entrar naquele lounge e provavelmente foram os mais mal gastos da minha vida.
E finalmente, quarto dia. Sábado e pans. Inegavelmente o melhor dia, sendo que numa festa com esse saldo, "melhor" não significa completamente bom. Chegamos lá, arena relativamente cheia, encontramos pessoas legais, os meninos. Arranjei um gato - Ok né, eu nunca simplesmente fico com alguém novo. Esse já foi lanchinho ano passado, mas ainda não tem mérito suficiente pra eu prometer um post - que me fez companhia a noite toda. Os meninos tinham convite pra lounge, e a Juh simplesmente conseguiu umas cortesias pra gente. Dancei, beijei o gato, saí, andei, dancei, voltei pro gato e assim se sucedeu agradavelmente o resto da noite.
Saldo negativo da noite? Demorei demais pra encontrá-lo, ou seja, pouco tempo de aproveitamento. Além do mais, ele ainda foi embora meio cedo e isso é bem chato. Considerando que, dos quatro últimos que fiquei, dois deles dispensaram carona pra ficar comigo, outro foi algo tipo flash que nem conta e então, esse quarto desequilibrou meu balanço perfeito quando deveria sim ter dispensado a carona porque tinha como arranjar outra. Mas sabe o cara que mora longe? Enfim.
Agora chega porque se não ninguém vai ler isso aqui, né?
Beijos.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Super Verão, lugar de fazer amigos.

Desculpem pelo post anterior, que foi bem vago, bem alcoolizado e diferente do que eu estou acostumada a escrever. Mas faz parte da história do blog, então deixa ele aí.
Creio que não tive uma despedida decente de 2008 por aqui, mas acho que esse ano nem mereceu uma despedida muito decente. Como eu já disse, foi um ano doloroso e que eu agradeço pelos aprendizados... Mas como diz a crendice popular, ano ímpar que é bom!
Meu natal foi bem legal, fiz a tradição que gosto de fazer todo ano, passar na casa do meu pai com a minha mãe, irmã e madrasta e comer muitas cerejas. Logo na madrugada do dia 26 eu fui pra praia, não apenas a passeio, mas porque minha mãe tá trabalhando num evento em Caraguá e me levou junto.
Pensei que por estar em mais uma viagem com a minha mãe, ia ser aquela timidez, eu não ia conhecer ninguém e etc. No começo foi assim mesmo - apesar de que todo dia tinha show... Jammil, Revelação, Banda Eva, Inimigos, Exalta! Mas no camarote a faixa etária era alta demais pra mim -, só que depois essa viagem se revelou uma das melhores... E adivinhem quando isso começou a acontecer? No Reveillon do evento, após a meia noite dada, o champagne brindado e a cereja da virada (uma tradição que pretendo começar)!
Engraçado como foi apenas entrar em 2009 que as coisas começaram a mudar. Os meninos de um grupo de pagode que tavam no hotel com a gente e tocando no evento todos os dias, começaram a interagir mais comigo e a partir daí foi só alegria, todos os dias a gente ficava até de manhã numa salinha do hotel conversando, bebendo cerveja, fumando narguile, etc. Pra variar rolaram as paquerinhas, os rolos e uma ficada com um dos amigos do grupo (que mora na melhor cidade possível, Floripa) - muito boa por sinal - aos 45 do segundo tempo, quando eles já tavam indo embora. Além do mais, ir nos shows ficou muito mais divertido e pasmem meninas, abracei o Sebá do Inimigos e conversei com ele, minha mãe tava trabalhando com camarim e eu não curto muito ficar indo ver artista só pra um oi e uma foto, mas Inimigos eu fiz questão de ver e foi ótimo, são gente boa demais.
Enfim, a viagem foi ótima! Fiz amizade com o tal grupo, com os amigos deles que tavam junto, com gente de Barretos que eu não conhecia, com gente de Caraguá... E ainda voltei me sentindo tão mudada, com outra visão das coisas. Acho que é mesmo o efeito 2009 em mim.
Triste só foi a despedida, voltar pra Barretos e descobrir que em plena terça-feira de férias o Paulistano estava desanimadíssimo, acabei ficando também. Mas hoje vamos ver se animo e já começo a pegar a essência o final de semana... Afinal, após tanto tempo indo tooodo dia em shows e badalações chegar aqui e ficar parada não rola, né?
FELIZ 2009 MENINOS E MENINAS :*

PS¹: Aprendi a falar Caraguatatuba rápido sem tropeçar nas palavras.
PS²: Crianças, tentem isso em casa.
PS³: Praia mesmo, só fui três dias. E um deles tava chovendo.
PS¹¹: Sim, eu vou na praia com chuva e daí?
PS¹²: Sim, deu pra ficar com marquinha de leve, mas não mais preta.
PS¹³: Sempre empolgo em PS's.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Formatura


Segundo eu mesma, eu não deveria fazer um post no teor alcoólico que estou, mas farei. Só pra dizer que hoje foi a minha formatura de 3º colegial e foi boa demais!
Não, não fiquei com quem eu queria e nem metade das coisas que eu queria aconteceram, mas foi boa. Hoje significou o encerramento de uma etapa da minha vida, e como diz um amigo meu, pra 2009 só tenho a dizer "Vamo que vamo".
Esse ano foi significativo demais pra mim! Aprendi, amadureci e não deixei de ser quem sou. Obrigada 2008, foi doloroso, mas me fez crescer :)
Que venha 2009! Feliz natal pra todos vocês ;)

domingo, 19 de outubro de 2008

Falar de amor, não é amar

Sabe, eu ia fazer um post falando de relacionamentos, contando um pouco da minha vida sentimental e falando como é difícil se relacionar com as pessoas, porque eu sei que esse assunto está presente não só na minha vida, mas na de todo mundo. E quase terminando o post, eu percebi o que eu já sabia, que os sentimentos são tão complicados, mas tão complicados que é impossível conceituar. É impossível falar de sentimentos tão racionalmente, sem colocar emoção e ainda generalizando-os pra todo mundo entender o que você diz. Lógico que tem gente que tenta, e a gente lê muito isso por aí, mas eles só falam de acordo com o que eles viveram e sentimentos são tão peculiares que você nunca vai ficar satisfeito com o que leu. Amor é sempre mais bonito quando é arte, e sempre vai ser. Por isso, eu vou contar uma história que aconteceu e acontece comigo, assim dá pra entender porque eu queria falar disso.
Sempre fui a fim um garoto, simplesmente porque ele era (e é) muito gato. Mas seja porque na época minha auto estima era muito baixa, ou porque os nossos amigos não eram em comum, eu não pensava ter alguma chance um dia. Como eu era novinha, e não entendia que as coisas mudam, eu estava errada, e bem errada. Eu fui crescendo - é, eu sei, não de tamanho! hahaah -, fazendo amigos, criando auto estima e meus amigos ficando cada vez mais em comum com os dele. Até que depois de algum tempo frequentando as mesmas festinhas, ele chegou em mim e a gente ficou. E foi assim que começou um dos "relacionamentos" mais complexos da minha vida. Faz mais de um ano que a gente ficou, e depois disso ficou de novo depois de muito tempo, começou a meio que ficar junto e brigou, e ficou, e brigou, e ficou e brigou mais muitas vezes. A gente sempre briga e para de se ver, mas passa alguns meses e volta a ficar. O problema é que eu sei do histórico dele, e sei das meninas que o cercam, por isso tenho certeza de que ele fica com elas. Tá, eu não tenho nada concreto com ele e nem quero impedi-lo de ficar com elas, mas o que me irrita é ele negar isso e ainda querer me dizer que sou eu quem não gosta dele. Ontem, eu fui numa cervejada que ele disse que não ia, lógico, é típico dele dizer que não vai aos lugares e depois aparecer, e lógico de novo, ele apareceu. Sem resistir a tentação (Na verdade, eu nem pensei em resistir), fiquei com ele. Um amigo dele tá ficando uma amiga minha - uma das melhores amigas -  e depois de sair de lá, fomos dar uma volta. E foi aí, que por algum motivo qualquer, ele começou a falar o de sempre, que não gosto dele, que nem ligo pra ele, que mudo de ideia fácil, e daí eu estresso por nada disso ser verdade e por não entender porque ele fica dizendo essas coisas, e então a gente briga. Ontem a briga foi feia (a pior de todas), mas nada disso adianta, porque se hoje fosse sábado e eu pudesse sair, nesse momento eu estaria falando com ele e iríamos sair à noite, ou algo do tipo. 
E é por isso que hoje eu ia fazer um post sobre como são complicados os relacionamentos. Às vezes gostamos de alguém, sem ao menos entender porque e não adianta o quanto a gente não queira admitir, a verdade simplesmente transborda do nosso olhar. Não dava pra falar disso, contar da minha vida sentimental, e tentar passar alguma lição, sem depois ser contrariada por mim mesma em algum outro post. A gente vai estar sempre aprendendo mais, e mudando de opinião, não importa o quão cabeça dura a pessoa seja, tem horas que é impossível manter tudo do mesmo jeito. Talvez amanhã, ou semana que vem, eu tome a decisão de não sair mais com ele porque me faz mal ou coisa assim, mas por enquanto ele só me faz bem, mesmo a gente brigando tanto, isso ainda é pequeno perto da sensação de estar com ele. Escrevi um post, mudei de opinião, errei, apaguei, acontece.
Já que eu ia passar alguma coisa aqui, vou passar. O que eu tenho a dizer a quem está lendo este post é, cometa erros, perca alguma coisa! Sei que alguns ou muitos escritores famosos já devem ter dito isso, mas clichês só são clichês porque são bons - ou porque algum dia foram bons. Quando você erra, você aprende alguma coisa e quando você perde, você só se fortalece mais pras perdas inevitáveis que ainda estão por vir. Posso estar errando com esse cara, mas se algum dia eu perdê-lo, vou aprender uma lição e ainda me fortalecer ;) Hahahah Lógico que depois de derramar muitas e muitas lágrimas no ombro de amigos, mas é assim que a vida acontece.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Pseudo Final de Semana

Como hoje é Dia dos Professores, a escola nos deu uma bela de um folga, folga essa que quase se enquadrou na essência do final de semana (por isso o título do post). Praticamente ganhei uma sexta e um domingo, ou seja, (cerveja! hahaha) um dia com os afarezes rotineiros, mas podendo sair a noite sem hora pra voltar, e um dia pra não fazer nada, mas já com responsabilidades pro dia seguinte.
Ontem (a pseudo-sexta), fomos no Warte, seguir aquele mesmo ritual da cervejinha e batata frita que é feito de tempos em tempos. Foi a Juh, a Mah e a Mari. Como diriam os meninos da minha sala, "certeza de sucesso". E foi sucesso mesmo, demos muitas risadas (álias, com essas meninas não dar risadas seria realmente impossível), fofocamos um pouco (ok, nem foi pouco), ouvimos as histórias bizarras a Juh (que ela conta daquele jeito engraçado que só ela faz), comemos batata frita (dã) e tomamos cerveja (dã, de novo). Pra finalizar demos umas andanças, indo parar no Jhotas conveniência e tal. Isso sem mencionar eu e a Juh extremamente alegres cantando música de quadrilha - sim, aquele "tanãnãnãnã.." - e irritando as meninas, lógico.
Já hoje (o pseudo-domingo), teve um churrasco dos dois terceiros com as sobras do patrocínio arrecadado na gincana (álias, sobrou?) e lógico, com colaboração nossa. Talvez tenha sido o último churrasco com todo mundo assim, infelizmente. O lugar era meio complicado pra ir, mas era bem gostoso, espaçoso, com piscina, campo de futebol e tudo mais. Tava quase todo mundo dos terceiros lá, e também pessoas de fora como a Fê e o Gabriel, que não poderiam faltar de jeito nenhum porque animam minha vida :). Eu, devido ao meu excesso de cerveja na pseudo-sexta, não bebi - álias, bebi, mas foi praticamente nada, perto do meu normal num churrasco -, mas em compensação vi gente que eu nunca tinha visto bebendo, beber e ainda ficar bebado. Álias, dava pra contar as poucas pessoas sóbrias lá e eu era uma delas, coisa que dificilmente acontece! Apesar de ter sido jogada na piscina de roupa - diga-se de passagem, a única roupa que eu tinha - e ter mergulhado junto com o meu celular, que ainda não sei ao certo se sobreviverá a experiência, foi bom sim. Tanto pra se divertir quanto pra já meio que se despedir, dessa galera que me agüentou (e se agüentou) durante um ano - em alguns casos dois ou três... ou mais -, pois é, o fim do ano tá aí, vestibulares também. Qual será o destino certo de cada um de nós? Ninguém sabe.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

A essência do final de semana...


"Todo mundo espera alguma coisa, de um sábado à noite ...sábado à noite tudo pode rolar"

Pois é, Lulu Santos estava realmente certo. Pelo menos  este sábado, eu esperei alguma coisa, e apesar de ter ficado perto de me decepcionar, isso não aconteceu. Ok, eu conto!
A gincana do colégio (o tal Olimpic Plus COC), engoliu meu final de semana passado, não tive tempo pra mim, pra sair, nem nada. E desde a Festa do Peão que eu não tenho um final de semana decente! A não ser uma única sexta, que teve Warte, cerveja, batata frita, e ótimas companhias. Sem contar que quando parecia que a noite ia acabar, ainda teve "romance"... [área confidencial].
Enfim, depois disso tudo eu realmente precisava recuperar a verdadeira essência do final de semana (poético, não?). 
Sexta-feira correu tudo bem, churrasquinho na casa da Mc*, muita conversa, pão de alho gostoso e carne boa! E no final, as meninas e eu brincamos de uma brincadeira bem bobinha - lógico que as idéias mais bestas sempre vem de mim - de "Quem você pegaria dos dois"... E pra nenhuma surpresa, aquela mesma parte dos órgãos internos [confidencial] foi quem ganhou todas as combinações possíveis, só deu ele! Depois de muitas besteiras ditas, saímos de lá às 4 da manhã.
Agora, o sábado! Às 16h da tarde, eu já estava online esperando alguém das meninas aparecer pra combinar o que a gente tinha pré-programado na sexta-feira, ou seja, ir na Mc* novamente e aprontar algo. Mas, foi aí que rolou a decepção! Uma não podia combinar, tinha aniversário do tio e ai depois, outra ia sair com a prima, e outra sem locomoção. Ou seja, tava prevendo que ia passar o sábado que eu mais precisava sair... em casa! Após muitas ligações, e nenhum ser animado pra sair, eu já tava quase desistindo... Quando veio a boa notícia! A Marina, que tava no aniversário do tio, encontrou uma prima que não via há anos que a convidou pra sair. Sabendo da minha vontade latente de sair, ela me chamou e foi ótimo!
Ok, tinha uma festa na cidade e cidade pequena quando tem festa, no mínimo 70% das pessoas da sua idade, vão para tal festa e todos os points da cidade ficam desanimados. Mesmo assim, deu pra se divertir! Migrando de barzinho em barzinho (lógico que passando no boteco de sempre), de posto em posto, tomando umas aqui e outras lá. O melhor da noite foi a companhia, da prima da Marina, do amigo dela e lógico, da própria Mah. Todos engrassadíssimos e gente muito boa, que parecem estar sempre animados e não desistem da noite (era de gente assim que eu precisava). Enfim, foi um ótimo sábado, principalmente pra quem esperava decepção total! Que venham os próximos finais de semana, e peloamordeDeus, tenham a tal essência! ;)