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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Varrendo com luxo.



Pois é, então eu estou trabalhando pra minha mãe também nos últimos dias porque a Lúcia tirou uma folga. Minha função é de secretária, faço um café - de péssima qualidade -, atendo telefone, etc. Daí hoje ela me pede pra dar uma varrida na calçada. Ok, nem imaginei que havia uma vassoura aqui, mas ok.
Pois saibam que varrer a rua às 14h30 da tarde, de blusinha Les Lis Blanc e relógio Touch, em uma das esquinas mais movimentadas da cidade, não tem preço. O mais legal é perceber como uma atividade simples pode ser divertida e esclarecedora. Hahahah
Quero agradecer ao North Shopping, pelo relógio. À querida Nadir Helena, pela blusinha importada. À minha mãe, principalmente, por ter me dado essa missão e a vida. Também quero agradecer ao vento por ter me feito aprender o significado de persistência. E lógico, ao moto taxista que me fez lembrar que apesar de estar varrendo a rua, continuo gostosa. Não posso esquecer também de agradecer a cantora Yelle, porque varrer a calçada cantando em francês é puro luxo.
Enfim, obrigada gatos e gatas. Até a próxima.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Oi, voltei.

Bom, seguinte, não posto aqui faz tipo meses? E levando em consideração os fatos sucedidos na minha vida parece até mais. Normalmente eu explicaria tim-tim por tim-tim num post mega gigantesco, mas quem sabe não volto a postar com freqüência (não tem trema mais, né? Foda-se, amo trema) e explico parcelado mesmo?
O que posso adiantar é que o rapaz do último post não vale nada e talvez não consiga valer nem menos que nada, e após ele aprontar tanto comigo descobri que não vale a pena sofrer por idiota and it's over baby. Também posso dizer que tive um namoro de 3 meses (fevereiro-março-abril) que foi o meu relacionamento até hoje que chegou mais perto do ideal, mas como não era eu levei um pé de quem eu achava ser meu príncipe (ou homem da minha vida), e isso só a ciência explica, ou seja, um psicólogo. Porque se tem algo que esse meu ex precisa é de um profissional. Fora isso eu to levando a vida. Levanto todos os dias sabendo mais ou menos no que o dia vai dar e não que eu esteja feliz com isso, mas ser feliz não é o que está em questão agora e sim, sobreviver.
Ah é, parece que não, mas esse lance de namoro e homem da minha vida me levarão a algo que tenho tendência a chamar de depressão, mas ok, não chega a ser doença. Fiquei mal, deprimida, chorei demais e precisei de muito colinho da mamãe e de abraços amigos, por isso que só por eu estar levantando da cama e tentando levar a vida como ela deve ser levada, estou satisfeita por hora. Legal é que cheguei a falar aqui no blog sobre minha facilidade pra esquecer pessoas no post da Quase-Fossa e agora me vejo nessa situação desagradável, mas deixa, discorro sobre esse assunto em um outro post.
Ah tá, larguei o cursinho e to tentando me manter como free lancer, mas eu sempre achei que não servia pra esse negócio de trabalhar, então sei lá. Por exemplo amanhã eu tenho um encontro com meu pai na empresa às 9h e o que faço eu acordada as 4:46h? Enfim, to editando uns vídeos pra um amigo do meu pai aí e vejo se disso rola fazer uma grana e ficar rica pra nunca mais ter que trabalhar!
E juro que eu tentei me controlar, mas as palavras pularam da minha boca do meu dedo e por isso o post parece meio apressado/corrido. Também tem o fato de que eu deveria ir durmir, então tchau.


PS: O que importa mesmo na vida são amigos e tomar chopp no Shopping de Rio Preto com o Heric, a Juh, o Lucas (Não, não é o ex) e a Tia Eliane (always know as mãe do Heric)
PS²: Outra coisa que importa na vida é existir um tal de Maracanã - aqui era o momento onde eu colocaria um link do site do H2 Chopp com a devida explicação, mas o H2 Chopp não tem site então vamos pular essa parte -, chopp de 700ml. Obrigada.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Questão de Maturidade

Algumas pessoas chegam aos 18 anos sem a menor idéia do que fazer da vida. Outras, apenas aos 6 anos de idade já tem a idéia absoluta do que vão fazer. É assim, uma questão de maturidade, a gente nunca pode dizer que alguém está pronto ou não para algo apenas pela idade, porque a idade é apenas um pequeno indicador e a maturidade é um indicador enorme, vermelho e que ainda pisca (??).
Os fatos são, minha mãe aos 6 anos de idade já sabia que queria ser jornalista e foi mais ou menos por aí a sua primeira vez falando para o público, depois disso foi oradora nas suas formaturas (por indicação dos outros), e passou seu primeiro ano da faculdade com 17 anos (porque ela é meio adiantada, faz aniversário em novembro), daí pra frente se tornou uma excelente profissional e isso não é só minha opinião, é verdade. Já eu, aos 17 anos ainda não sei o que fazer da vida, cada dia que passa tenho aprendido a segurar certas responsabilidades e principalmente nas últimas semanas tenho me sentido mais mulher, tomando decisões importantes na minha vida.
Maturidade não é idade e sim experiência, modo de viver e de olhar as coisas, jeito de lidar com as responsabilidades e importantes decisões. Ninguém é obrigado a saber o que quer da vida com 6 anos de idade porque isso vai de cada um, mas também as pessoas não deveriam chegar aos 40 ainda não sabendo de nada e não querendo ter responsabilidades. Por mais que você tente adiar, um dia você vai ter que tomar as rédeas da situação e quanto mais você demorar para aprender a lidar com isso, mais difícil vai ser esse dia. Por isso comece por pequenas decisões, pequenas mudanças, e um dia você vai se olhar e pensar "Nossa, amadureci".
Kissescallme!
C. Gomes

PS: Ninguém precisa desistir de sonhar, de se encantar com as coisas simples ou de brincar e rir como criança quando der vontade.
PS²: Para ser maduro, não é preciso ser sempre sério e sempre adulto.
PS³: Obrigada Rôdy (Domínio do Rôdy) pela inspiração do post no meio de uma conversa "adulta" (hahahah).

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Seja você, profissional.

Passou muito tempo e finalmente resolvi postar de novo no blog mais rosa de toda a região - isso segundo o Rôdy. Não foi a fossa que me impediu, porque a minha facilidade de recuperação após um fim de relacionamento é simplesmente incrível. Assim como a minha facilidade de me envolver de novo, e gerar novas fossas. Mas fazer o que, é assim que sou.
Eu na verdade tenho é preguiça de postar aqui, meu fluxo de idéias é tão rápido que às vezes abro a página pra escrever uma coisa, quando vejo escrevi outra, e no meio do post a coisa ainda toma um rumo completamente diferente. Acontece, né? (Comigo, lógico).
Hoje é sexta-feira, amanhã é sábado, isso é um final de semana, mas o que é isso afinal? As pessoas não deveriam se divertir todos os dias? As separações muito claras em "dia da semana = trabalho/estudo" e "final de semana = folga/diversão" me irritam. Afinal, tanta gente que trabalha aos sábados (meu caso para amanhã), tanta gente que faz happy hour às quartas.
Eu não gosto da mente pequena de funcionário, que pensa que até as 18h ele é uma pessoa séria e com responsabilidades e após isso ele é outra sem nenhuma. Acho que a gente tem que ser o que é, pelo menos na maioria do tempo. Quem faz o que gosta, entende o que eu estou falando. É ser o João e ser médico ao mesmo tempo, ser a Júlia e ser promoter ao mesmo tempo, sem essa coisa de separar o que não se deve.
Eu sou a Carol, baladeira e futura estudante de audiovisual, atualmente faço edição de vídeos. Porque dá pra se divertir trabalhando e trabalhar enquanto se diverte, e se você acha que não, mude de profissão. Só quem faz o que realmente gosta é que sabe disso, não importa se é engenheiro, atriz ou gari, a diversão deve ser encontrada até mesmo nas dificuldades.
Eu assumo que a sexta, sábado e domingo, ajudam a discontrair, mas não deixe isso contagiar você a ponto de virar outra pessoa! Agora me aproveitando que hoje é sexta, vou começar a pensar com que roupa eu vou naquele Boteco de sempre da sexta, afinal, mais de uma hora pra ficar pronta não é pra qualquer boneca não.

Beijosmeliga, agora pode!
Meu celular está de volta, aliás, meu chip em um celular que meu avô me deu. Aquele outro já era mesmo :(

domingo, 26 de outubro de 2008

Quase-Fossa

Faz tempo que não posto, né? Pois pra isso eu tenho uma explicação terrível. Fossa. É, pois é, isso que dá ficar fazendo post sentimentalzinho, acaba com um pé na bunda no outro dia! Hahah Na verdade, não foi bem assim...
Não quero perder tempo com o assunto, nem entrar em detalhes da minha vida pessoal. Mas lembram o cara do último post? Sim, ele mesmo. Segunda acordei com a minha vida de cabeça pra baixo, por causa do horário de verão, mas havia uma impressão ruim no ar, dito e feito. Brigamos novamente e ele meio que terminou o que nem existia, alegando que quem não quer ele sou eu, acabei nem chorando nem nada, mas achava que não era um fim. Terça fiquei em silêncio quanto ao assunto e pensando muito, resolvi que não postaria aqui porque meu último post era ele. Quarta conversei com ele e vi que não valia a pena, ele estava sendo muito grosso e daí percebi o fim definitivo, chorei e realmente, não dava pra postar. Quinta pensei bastante, e cheguei a conclusão de que estou livre dele finalmente, afinal, eu tava quase apaixonada. Sexta já estava nova em forma, só não tive tempo de vim postar. Só para me explicar, eu me recupero muito fácil. Não que eu não sofra, às vezes até acho que vai acabar o mundo ali e que tá tudo muito ruim, mas depois as coisas fluem e lá vem a zapinha de bom humor novamente. Minha amigas sabem o tanto que sou inconstante, hora estressada, hora sorridente, esse é o meu normal.
Falando em sexta-feira, explico a vocês porque a falta de tempo. Como a minha mãe estava em Caraguá a negócios (chiquérrimo falar isso), ela não poderia me acordar na sexta de manhã e eu sem celular pra me despertar, e com muito sono acabei não indo a escola, o que vindo de mim, é bem normal né. Daí acordei com o meu pai telefonando que ia passar em casa pra me levar pra trabalhar porque precisava de umas coisas que estavam aqui em casa. Já tive que levantar no pulo, fui tomar banho, me arrumei o mais rápido possível (leia-se 40 minutos, talvez um pouco mais), tive que fazer uma trança porque estava sem creme para pentear e sem ele, meu cabelo nem rola viu,  e lá fui eu, cumprir minhas responsabilidades. Lá no escritório foi dia de trabalho braçal, mudando os móveis de lugar e tal, ficou uma graça, com cara de coisa séria (finalmente!). Depois disso já saí correndo pra vir em casa e me arrumar pro jogo do BEC (agora eu sou toda torcedora*), mas mal cheguei em casa e lembrei do creme, fui no Tome Leve e além das opções serem bem limitadas, as filas eram enormemente enormes! Fui então na DrogaRaia e como eu fui bem atendida, mocinhos bonitinhos e atenciosos, saí de lá imaginando se eu tava tão pegável assim. Hahahahah Depois de toda essa correria pra estar pronta as 19:15 (Na verdade, fiquei às 19:40), o Heric atrasa por causa da mudança dele e passou em casa só 20:30. Tá, pois é, chegamos no final do primeiro tempo e apesar do jogo sofrido, e de um "sortudo" ter conseguido errar o penalti (errou feio ainda), fizemos um gol e ganhamos de 1x0 mesmo. Tá que não foi uma maravilha, mas eu tô dando sorte pro Barretos, certeza! ;) Depois disso conheci a casa nova do Heric e já tenho onde organizar churrascos, filmes e dar uma nadadinha de vez em quando! E aí fomos pro escritório, pedimos lanche e ficamos no computador fazendo o de sempre (Músicas, clipes, GossipGirl). Cheguei em casa de manhã e ainda demorei pra durmir, pra variar.
Falando em durmir, já faz um tempo que não faço isso, então é o que farei agora ;)
Beeeijos, me scrapa! (Celular consertando, logo logo, na ativa)




*Ainda falta o Omar, meu amigo lindo, me dar uma camiseta da Fúria Jovem (Torcida Organizada do BEC) de presente, mas tudo bem.



sábado, 18 de outubro de 2008

Sem hora extra para os sonhos

Sei que pode parecer estranho - e na verdade é -, mas acordei cedo hoje. Pra mim 10 horas da manhã é cedo, ok? Ainda mais em pleno sábado! E se vc é uma pessoa que acorda às 4 da manhã, meus parabéns! Isso tudo porque eu tive que ir trabalhar pro meu pai e tinha que estar lá às 10h, ou seja, pretendia dormir cedo, por isso não sai. Mas tive uma noite muito mal durmida.
Primeiro que tive dificuldades pra durmir, porque eu já sou acostumada a durmir tarde então só consegui ir deitar às 3h da manhã. Como estava muito calor - sério gente, o negócio aqui agora é "Barretos 4o°" - eu deixei a janela aberta, e lá pelas 5h da manhã acordei com frio porque começou a ventar (??). Ok né, fechei uma parte da janela pq se não ia ficar calor do mesmo jeito, deitei, tentei durmir e então o vento ficou fazendo barulho na janela ¬¬' Fui lá e fechei a outra parte, indignada com o barulho. Passou uns 10 minutos e eu começei a ouvir o gatinho -que é um atentado, pqp - pular pra lá e pra cá, brincando na bagunça do meu quarto sem me deixar durmir. Ok, coloquei o gato pra fora e encostei a porta, mas ainda não consegui durmir, pq o vento vindo do corredor simplesmente fazia a porta fica batendo. Ok de novo, fui lá e fechei a porta, bem fechada. Finalmente paz? Não. Durmi mais duas horas e... O telefone toca, é meu pai dizendo "Fica pronta, que daqui 20min to indo te buscar". Pois é, se eu tivesse saído era capaz de ter durmido mais e ainda aproveitado a noite, mas pelo menos ganhei -yeah, money baby- pela hora extra ;)
Eu admito que foi bom eu ter acordado cedo - apesar de ter visto um incêndio numa casa perto do escritório quando tava indo pra lá - e que foi legal sim, ter acompanhado as gravações e conversado com algumas pessoas sobre assuntos relevantes. Mas isso teve uma séria consequência, eu estou morrendo de cansaço! E não que eu vá deixar de sair, afinal, eu não faria isso mesmo! Mas talvez a noite não seja a mesma, e não renda um bom post - mas, para me dar sorte pra hoje, já começo a cantar o hino:
"Todo mundo espera alguma coisa, de um sábado à noite..."
"...Sábado à noite tudo pode rolar".
Além disso, tem outra coisa que me chateia, o fato de que hoje eu deveria estar em Blumenau na OktoberFest neste exato momento, com toda a excursão que deve estar por lá agora. E na quinta e sexta eu poderia estar passeando por Florianópolis ou curtindo uma praia. Mas não, o hospital para o qual minha mãe faz assessoria tinha que inaugurar justo no dia da excursão! De qualquer forma, ano que vem Floripa me espera, Oktober me espera e meu amigo boleiro, o fera, Bruno de Gaspar - SC também! Hahahah Beijo pra ele =)
Eu sei que meus posts ultimamente só falam de mim, mas isso aqui só tá começando e pretendo postar coisas mais úteis sim. E quanto a imagem do topo, resolvi deixar assim porque eu tô sem saco pra fazer outra. Quem sabe um dia.
Obrigada pela visita, e se rolou ler... Rola comentário, certo? aheueahuiea
Bjos, me escreve uma carta! (Pois é, meu cel ainda não reagiu ao mergulho de quarta)



sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Criar juízo? Mas ele come o quê?

Faz seis meses que criei esse blog, e depois disso, não apareci mais. Não tenho a desculpa de dizer que sou muito ocupada por causa dos estudos, ou trabalho. Na verdade, comecei a trabalhar pra valer faz muito pouco tempo, antes eu só aparecia no escritório do meu pai periodicamente para trabalhar. Continuo trabalhando pro meu pai, o que por muitos é considerado regalia (ok, é um pouco mesmo), mas agora com um pouco mais de juízo nessa cabecinha castanha, tenho comparecido de acordo com o que a escola permite.
E... Ah, escola! Não é o meu assunto preferido nos últimos meses, mas já que toquei no assunto, falarei sobre. Atualmente curso o terceiro ano do ensino médio e não tenho muita alegria nisso. Quando eu tava no primeiro ano, pensava que ia ser lindo o terceiro, e tudo mais. Aí começou primeiro semestre, estava tudo relativamente bem, minhas notas acima da média e tal, eu achava super legal estudar em um auditório com mais de 60 alunos e tava aquela coisa de que-legal-tô-no-terceirão. O que aconteceu foi que, no segundo semestre, por ter muita reclamação em relação a conversa na sala e ter mais gente se matriculando lá, dividiram as salas e aí começou meu sofrimento. Não que eu questione o fato da divisão, afinal, eu sabia como estava caótica a situação no auditório, mas as salas foram dividias por ordem alfabética (do A ao J em uma sala, e do J em diante, em outra) ... e adivinhem os nomes das minhas amigas? Maria, Mariana, Marina, Tábata! E eu, a Carol, fiquei separadinha das amigas!
Não que eu seja insociável, isolada, autista, etc. Mas é realmente frustrante toda a minha turma estar em uma sala, e eu não. Pra finalizar a minha tristeza, estamos na época do vestibular e eu não tenho a mínima idéia - ok, talvez mínima eu tenha - do que fazer de faculdade e isso não me da motivação nenhuma para estudar. Resultado disso? Notas baixas, faltas frequentes, e por mais que eu saiba que estou levando as coisas do modo errado, tá complicado mudar. Mas é isso que estou tentando. Como eu disse também em relação ao trabalho, to criando juízo nessa minha cabecinha castanha e espero que funcione!