quarta-feira, 11 de setembro de 2013

3 anos depois

Estava aqui em uma daquelas "noite em branco" que acabam sendo muito preenchidas por futilidades, seriados, reflexões. E resolvi reler meu blog, me conectar com aquela adolescente que costumava escrevê-lo, e só assim percebi o quanto estava afastada de quem realmente sou.
Tão chateada por até hoje não saber qual rumo seguir profissionalmente, nem percebi que eu me perdi de mim. Eu escrevi sobre isso uma vez, mas eu não sou mais aquela menininha de 17 anos, aos 22 e sendo mãe eu deveria saber pra onde ir, e não sei. Ao mesmo tempo, abri uma gaveta de mim mesma e lá achei características daquela menina que eu não gostaria de perder, e que ainda estão aqui, mas tão guardadas.
Eu me tornei a pessoa séria demais, que critiquei no post sobre maturidade, caí no erro que eu mesma já havia descrito. Para ser maduro não é preciso ser apenas adulto, apenas sério. Escrevi isso porque na época eu ainda estava a caminho da vida adulta, e agora parece que fui engolida por ela ao invés de vivê-la.
Retomando desde o último post sério - porque a rapidinha e o quadrinho foram só tentativas frustradas e erradas de angariar comentários - que foi sobre o meu aniversário de 19 anos, meu amadurecimento, eu fico muito confusa.
Confusa porque parece que foi ontem que fiz 19 anos e de lá pra cá, pouca coisa realmente mudou aqui dentro, mas muita coisa mudou no mundo exterior. 2010 foi um ano certinho, careta, do jeito que a vida regular deveria ser, para no final não dar exatamente em nada. Tive o namoro dos meus sonhos com planos de casamentos, comecei a faculdade que parecia ser a certa perto da família e amigos, e andei dentro da linha completamente. Acontece que ser ordinária (dentro das ordens) nunca me foi satisfatório, e apesar do "bom ano", pra mim não foi o suficiente.
Minha inquietação para seguir fora das ordens, fez com que eu tomasse certas atitudes que me levaram a acabar o namoro e começar a encarar a faculdade como experiência festiva. O que também é ordinário para boa parte dos estudantes, mas é aquilo, eu nunca me satisfaço. Se sou boa aluna, quero festa. Se tenho festa, quero boas notas. E fazer os dois me exigiria acordar cedo após uma bebedeira, e se tem uma coisa na qual eu tenho dificuldade é em acordar (mesmo após ser mãe, mas de uma maneira diferente).
Enfim, pra resumir consegui o estágio, fui feliz com isso, fiz amigos, criei uma rotina deliciosa, comecei um romance, e junto por óbvio, comecei um drama. Era o que faltava, sabor, depois de ter tudo tão perfeito no namoro anterior o que eu mais queria era complicação pra minha cabeça, e fiz o que já era complicado ser mais ainda, só porque eu queria emoção. E é tudo muito fácil falando agora, mas não fiz nada de caso pensado, só percebo hoje o quanto compliquei tudo só pra colocar mais sal na minha vida.
2011 foi um ano bacana, mais bacana do que eu poderia imaginar, tive a parte festiva, tive um pouco da parte acadêmica, tive o romance e o drama, e ainda por cima algumas festas luxuosas. Saldo positivo!
Já 2012 foi mais esquisito, não tive a proximidade da Ju e da Bubs como no ano anterior, a nossa parceria no crime foi se dissolvendo quando cada uma seguiu um rumo diferente. Eu acabei entrando em um relacionamento que parecia um namoro e às vezes era, outra não, e já cansada do drama e da emoção, queria apenas estabilidade, coisa que não tive. Me enrolei tanto no drama que não consegui mais me desfazer dele. 
Pelo lado acadêmico, 2012 pegou resquícios de abandono de 2011, e continuei em uma frequência desastrosa de faltas, misturadas com uma genialidade e interesse especial em Direito Penal. Mas no fim das contas, o que eu mais gostava da faculdade era o estágio, mais do que o curso ou qualquer outra coisa ligada à profissão. Eu gostava daquele ambiente, daquelas pessoas, e daquele "pequeno poder" que eu exercia. Tinha minhas responsabilidades, coisas que só eu podia fazer e das quais tinha que lembrar e organizar, e também do meu momento especial que era sentar na cadeira de conciliadora e mediar conflitos. 
Daí veio a gravidez e a idéia inicial era continuar a faculdade, o estágio estava acabando mesmo, casar a gente não ia e a vida ia mudar "um pouco". Só que não. Esse pouco foi muito. A segunda metade de 2012 eu passei indo ao estágio (me deliciando de cada último momento) e faltando à faculdade, tendo ótimos momentos "em família" com o Caio e tendo brigas épicas também. Foi bom e ruim. Planejei muita coisa e quase nada do que eu pensava sobre como seria era verdade e então veio 2013.
2013 começou bem legal e eu sabia que seria o ano mais lindo da minha vida, só não sabia que também seria dos mais tristes. O Enzo nasceu e minha vida mudou, parece clichê, e é, mas é tão verdade. Desde o momento que nasce, ter um filho muda a cabeça da gente e tudo o que a gente planejava sai dos eixos, e a gente aceita com um sorriso no rosto e um amor imenso desconhecido até então. Só depois que ele nasceu que eu vi o quão tapada estava na gravidez, sobre tudo, e que por ele largaria tudo e todos se fosse necessário. 
Fevereiro foi lindo, eu e o Caio nunca estivemos tão bem. Mas infelizmente as tragédias começaram. A Bruna, a Larissa, o Josinaldo, a Vera, e mais recentemente meu avô. E meu céu tinha pedaços de inferno nele, e ficou tudo tão incoerente e confuso. E cá estou, ainda zonza com tanta informação e perdida de mim,o que ficou tão mais claro ao ler o blog. 
O blog foi umas das coisas que me tirou da escuridão, mas há muito mais na luz ainda que eu quero ver. Não quero ser mãe e dona de casa, mas também não quero deixar meu filho nas mãos de qualquer pessoa (agora que a Tia Maria não vai mais poder me ajudar) e quero acompanhar cada passo dele. Ainda não sei resolver esse impasse, mas quero ver minha estrela brilhar, quero ver de novo o brilho próprio da antiga Carol que antes escrevia aqui. 

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Rapidinha ;)

Responda rápido!

O que quatro amigas que moram "longe" tem em comum?
(Além do fato de serem lindas, gostosas e inteligentes)





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O bar, é lógico! ;)



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Até mais people, que agora eu tenho uma noite das meninas :*





domingo, 23 de maio de 2010

Sem texto por hoje.

(Clique na imagem para vê-la em outra página, depois use o zoom para visualizar melhor)



segunda-feira, 19 de abril de 2010

Reflexões de uma quase aniversariante.

Acho que todo mundo concorda que esse blog estava gritando por uma atualização, mas eu ando meio sem assunto, a faculdade - e principalmente, o fato de ter que acordar de manhã - vem tomando não só meu tempo, mas também minha capacidade criativa. Além do mais, estou sem internet em casa e com tudo acontecendo não tenho como vir ao escritório todos os dias como eu vinha antes. Mas, enfim, 'vamos falar de coisa boa'. Ou não.
Meu aniversário de 19 anos está chegando, dia 25 de abril, domingo. Eaí? Olha só, nem estou preocupada com a idade, a responsabilidade, a maturidade e etc. Apesar das minhas crises imaturas, tô ligada que meu amadurecimento no geral foi excelente nesse ano que passou, e passou rápido, não? Quando penso em tudo o que aconteceu em 2009 não entendo como cabe tanta coisa em um ano só.
Pois é, o que passou, passou - como dizem. Mas o que passou, ensina, ajuda, esclarece, o que tá passando e o que vai passar. Sou muito apegada ao passado, mas não deixo de viver o presente por isso, talvez seja o medo de cometer os mesmos erros - e de vez em quando cometo sim -, talvez seja mania mesmo, o que importa é estar sempre atenta e procurando evoluir. Evoluí muito de 18 para 19, dizem que não muda nada, mas posso dizer que muda muito. Engraçado é que as pessoas que me disseram "fazer 18 anos não muda nada", são pessoas que tiveram suas mudanças, tiraram carta, entraram na faculdade, obtiveram falsa independência e depois se desiludiram. Eu não tirei carta ainda (pois é), não entrei na faculdade logo que fiz 18 e sim quase aos 19, não tive a sensação de independência, só o que não faltou foi maturidade e é essa maturidade que me faz enxergar hoje, que foi essa falta de acontecimentos característicos que me fez evoluir. Evoluir ás vezes é apenas a capacidade de enxergar a mudança. (Frase inventada agora no calor do momento, não me roubem).
Enfim, chego aos 19 com certa maturidade (também não vou falar que sou super madura, porque seria muito mentira), com uma bagagem interessante de experiências, e é claro, com carinha de 14. HAHAHAH Nos últimos dias, mais do que nunca, tenho ouvido isso, e é engraçado que até dois ou três meses atrás me davam uns 16 anos, e ultimamente as pessoas tem me dado 14 anos. Jura? HAHAHAHAH

Ãnfãn (Enfim) ... Feliz aniversário para mim!
Kisses =*


P.S. de hoje:

Brincadeira de cores:
Cinza = Comentários meio fora do contexto. Ou não.
Azul = Citações de personalidades e pessoas comuns.
Roxo (Lilás, né?) = Citações minhas.
Outro Lilás = Importante pra mim.

Nem precisava de legenda de cores, mas gostei de brincar disso! HAHAH)

quarta-feira, 10 de março de 2010

Pois é, mudei de faculdade.

Unaerp, Publicidade e Propaganda (Com ênfase em Marketing, veja bem), viajar todo dia pra Ribeirão Preto? Hum, no último post eu disse Unaerp? Opa... elementar. Pois é, mas essas coisas, não existem mais na minha vida! Bem, vou explicar porquê.

A começar pelo curso, é legal sim, divertido, mas não é no que me vejo trabalhando. Então vem o fato de viajar todo dia, olha, quanto isso não preciso nem me justificar, viajar uma hora e meia pra ir e outra uma e meia pra voltar, quem curte? A faculdade, ah, essa sim não me decepcionou em nada, puta faculdade bonita, grande, com tudo necessário e além do necessário (Tipo uma área de alimentação ao invés de cantina, onde vendia até açaí, e uma academia para os alunos). Os amigos, lógico que fiz amigos lá, mas que nem dá pra comparar com meu sentimento e tempo de envolvimento com os daqui, além do mais a minha sala tinha 15 pessoas, o que não, não é legal. E por último, mas não menos importante, a família, não tô pronta pra esse tipo de separação, principalmente da minha irmã, que ainda tá crescendo e eu quero ver esse processo de perto. Não vou nem colocar namorado nesses itens, porque da área sentimental é o que menos seria prejudicado - pois é provavelmente o que mais veria (além da minha mãe) -, mas sim, seria muito também.
Bem, mesmo se eu me mudasse pra lá, que era o que aconteceria um dia, os outros problemas persistiriam. Inclusive ficaria mais difícil dividir um final de semana entre amigos, família e namorado. De qualquer forma, viajando ás 16h55 e voltando 24h30 eu perdia quase o dia todo! Enfim, eu saí da faculdade sim, mas não pensem que foi pra voltar pra vida da vagabundagem, nem mesmo pro cursinho (eu hein!), eu farei (na verdade, já estou fazendo) algo que já critiquei muito. :x
Estou fazendo Direito - hoje faz uma semana, na Unifeb. Ah sim, por que eu criticava? Pela comodidade da maioria das pessoas barretenses, do tipo, "não sei o que farei da vida, opa, feb.. ah, o quê? Direito, Adm". Não estou falando - longe de mim - que Direito ou Adm sejam cursos de gente perdida, porque tem gente ali que sabe o que quer, mas vamos combinar que não é maioria. Principalmente Adm, que muita gente pensa ser um caminho mais fácil e depois acaba desistindo porque viu que não é bem assim. Também não estou dizendo que fui de perdida fazer esse curso, porque por mais que alguns duvidem, Direito e Publicidade tem um ponto principal em comum. Na Publicidade você estuda, entre outras coisas, a arte de influenciar as pessoas, e no Direito não é diferente. Além do mais, criatividade é algo necessário em, toda profissão.
E ainda me falaram que tenho mais a ver com Direito do que com Publicidade. Fora a Flávia Luz, é lógico, que ficou super decepcionada que não irei mais abrir uma agência com ela! Hahahah Já falei que se ela quiser, ela pode me contratar pra cuidar dos assuntos jurídicos da empresa. Além do mais, morando em Barretos também fico mais próxima da Juh Gidrão, que está fazendo Odonto. Agora me diz, com essa louca sendo dentista, acha que ela não vai precisar de uma amiga advogada por perto? Hahahah
Enfim, tô muito mais animada com Direito sim, do que com Publicidade. Quem sabe as pessoas por aí não estão certas? Talvez seja mais minha cara mesmo, tipo coisas roxas! hahah.

Bem, é isso. Beijomeliga. ;*

PS: Flá e Juh em verde porque uma gosta muito de sapo, e a outra, bem... Ela parece muito um sapo! hahah


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Madrugada não-madrugada, Carnaval não-carnaval.

Post de madrugada* com grandes chances de ser confuso.


"Divagando ás 7h da manhã pela internet, aquela que fez a escolha de passar a "noite em branco" como muitos dizem. E sim, já havia feito essa escolha várias e várias vezes, várias e várias "noites em branco" já haviam acontecido em sua vida. Só que para ela, nada havia de "em branco" nessas noites, havia conteúdo. Ah sim, muitas vezes fútil, lógico. Quem sabe então, até o fútil pode ser útil, ou não?
Para ela, era sim, de grande utilidade essa tal futilidade. Esta que a fazia pensar, por muitas vezes, refletindo sobre a própria serventia, afinal, se o fútil pode ser útil, por que ela não podia também? Daí que as coisas talvez fiquem confusas a esse ponto, opa, talvez não, elas sempre ficam assim, confundidas. Pensamentos esbarram uns nos outros, tipo micareta, saca? Ás vezes se encaixam, outras não, e é daí mesmo que surge a tal confusão." (Por eu mesma, nesse momento)

Bem, chega de confusões mentais, vamos ao que interessa. Foi carnaval pro Brasil inteiro, menos pra mim. Na verdade, radicalizando menos, muita gente também não comemorou o tal. Porque eu não sei, não sei o motivo dos outros, sei os meus. Nada demais, apenas falta de saco pra esse tipo de coisa no ano de 2010, talvez em 2011, ok carnaval? Ano que vem tu me procura, me liga, manda um oi e a gente se vê, quem sabe. Esse ano não, revi amigos, fui nos dois aniversários que vou todo carnaval (É, ás vezes não cai exatamente no carnaval, mas por ali) do Heric e da Maria Clara, curti o que pude do meu namorado, digo o que pude, pois tive que disputá-lo com um certo vírus que se apossou dele, no final o vírus acabou ganhando e meu namorado ficou mais na cama com dor do que comigo, mas nesse final de semana isso será resolvido. Enfim, tive um bom "carnaval".
Hoje enquanto tudo tentava, um tanto quanto sem sucesso, voltar ao normal. Fui á faculdade, pois é, minhas aulas já começaram e já me ferram de verde e amarelo. Afinal, quem é que curte viajar 1h30 pra ir e outra pra voltar todo santo dia? Legal mesmo foi hoje, a professora inconformada com os 7 alunos de 45 decidiu nem dar aula, e lá vamos nós pro bar. Não digo que não foi divertido, afinal sempre é. Mas não é o que quero fazer amanhã, sair daqui pra ir ao bar lá com horário marcado pra voltar, viajar 1h30 pra então sair aqui á 1h da manhã? Ok, não obrigado. Cumpri minhas obrigações estudantis por hoje, volto semana que vem, ok Unaerp? Beijonãomeligaessefindi. Ok, acabei de lembrar que tenho trabalho de Questões Contemporâneas pra fazer, "O homem como ser social" ou algo do tipo. Da onde sai esse tipo de matéria? Esse tipo de tema? Eu, hein.
Vou durmir enquanto Barretos começa a acordar, e então acordo quando a vida noturna estiver dando seus primeiros passos. Me arrumo, e vou linda, matar a saudade do meu namorado.
Kisses ;*

*Ah, e sim. 7h da manhã pra quem ficou acordada a noite toda é madrugada!

P.S.: Não podia faltar um PS, né? Enfim, o Cerejass está sim de cara nova, não é a configuração do seu monitor (rá!). Depois de um tempo, decidi que estava na hora de deixar de ser o blog mais rosa de toda a região. Hahahah Continua uma fofura, mas uma fofura mais contida, ok? E agora com o toque roxo que faltava no layout, afinal, uma coisa não pode ser a minha cara caso não tenha roxo. =)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Na Estrada: Viagem para Mato Grosso do Sul

Esse final de semana (15 á 18 de janeiro) fui visitar parentes em Campo Grande - MS e em São Gabriel do Oeste - MS. Sair de Barretos foi tão inspirador que decidi que essa viagem merecia um post, não sei se um bom post (já aviso), mas tive vontade de postar e é isso que importa, né? - Ou não.

Saímos de Barretos ás 6h30 (Horário de Brasília), pegamos a estrada rumo á Rio Preto e eu obviamente durmi (6h pra mim é madrugada, e eu né, não sou obrigada), Após 4 horas de viagem, eu acordei e estávamos a poucos quilômetros da divisa dos estados. O bom da ida para Campo Grande é começar a atravessar a divisa em SP ás 11h e chegar em MS ás 10h, o fuso horário dá aquela impressão legal de "ganhei uma hora". A parte ruim é mal ter atravessado a fronteira e sentir que a temperatura certamente subiu.
Ah, o calor. E eu achando que Barretos era o inferno de tão quente, pois é, havia me esquecido de como é o calor naquela região do Mato Grosso do Sul. Sabe aquele barulho irritante que o vento faz quando a janela do carro tá um pouco aberta na estrada? Você releva ele fácil quando está no MS com o ar condicionado do carro quebrado. Também releva o cheiro ruim que entra por causa da janela aberta, a chuva caindo dentro do carro - não, o calor não melhora em nada com a chuva-, ciscos no olho, galhos de arvores, até arvores inteiras, na verdade se for o caso você releva uma floresta toda.

Uma das coisas boas de viajar com meu avô é a mania dele de levar uma garrafa térmica com água no carro, sempre que sai de casa. Tomar água fresquinha no calor desertico (ou seria cerradístico?) de lá, não tem preço. Alias, fui tomar dessa água enquanto passavamos por uma parte da estrada em que o asfalto é ilhado por buracos e fiquei toda preocupada em não derramar água em mim mesma enquanto o carro balançava, mas depois pensando melhor realizei que naquele calor, não seria assim, uma má idéia ser banhada por água fresca propositalmente.
Meu avô e minha mãe.

Além do aumento da temperatura o que muda também de um estado para o outro é a paisagem na estrada, entram em cena as arvores tortas e retorcidas do cerrado, as muitas criações de gado, e até mesmo a grande quantidade de plaquinhas - contei mais de dez - de fazendas em apenas uma entrada para uma estradinha de terra.

Visão típica do cerrado



Er, gado.


Tá, eu sei que não dá pra ver muita coisa, mas se concentrando muito vocês vão ver várias plaquinhas aglomeradas. Pois bem, elas são das fazendas.

Falando em placas, a estrada era daquelas com placas de "animais silvestres na pista" - ou se prefirirem, aquela do veado pulando. Daí que vimos um pássaro no meio da pista - o que me remeteu a placa - e ele era enorme, lindo, de garras grandes, como minha mãe não soube indentifica-lo, já empolguei nessas pensando que era a Narceja (ou o Narcejão), mas daí nosso personal guia turístico (a.k.a. meu avô) disse ser um Carcará. Olha, não vou esconder minha decepção.
Outro fato interessante durante o percurso da divisa até Campo Grande, foi uma lanchonete e churrascaria em Água Clara, ok, pra começar que diabos é uma lanchonete E churrascaria? E por que alguém pensou que seria legal juntar os dois em um estabelecimento só? Mas o pior nem é isso, e sim o nome de tal: Corage. Juro, chama Corage. O que eles queriam dizer com isso? "Pra comer aqui óh, coraaage colega"?

Whatta hell?

Aliás, Água Clara é uma cidade muito peculiar, onde se encontra também uma loja chamada "Q'stão de Stylo" que duvido que convença alguém, e até mesmo um orelhão em forma de onça.

Convence alguém, será?


E você hein barretense, que achava constrangedor fazer ligações de dentro de um chapéu, já tentou da barriga de uma onça?


E chegando finalmente em Campo Grande, após quase 10 horas de viagem, histórias que... só num próximo post.
Beijos gatos e gatas ;*

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Bairro Primavera


Hoje eu tinha pensamentos, hum, "quentes" na cabeça e resolvi dar uma volta por aí pra esfriá-los. Saí e fui andar, meio sem rumo, coisa que não fazia há tempos. Meu pai mora no bairro que mais gosto, o Primavera, que é o lugar que mais me da paz quando resolvo andar assim, despreocupada. O bairro Primavera é o meu preferido desde criança, tenho pra mim que é o mais bonito da cidade. E não é a nobreza dele que me encanta, e sim a beleza - acreditem, nobreza e beleza não são sinônimos! Se fosse assim, eu também gostaria do City Barretos e dele, não gosto muito.
O que me encanta no Primavera é a singularidade da arquitetura das casas, a naturalidade delas, a maioria construída há bons anos e cada uma com sua beleza particular. Suas formas arredondadas, suas amplas garagens, cada portão dando toda uma personalidade em cada casa, janelas e portas harmoniosamente combinadas, e os jardins extensos, tão verdes. Aliás, com certeza é um dos bairros mais verdes e floridos (como o nome sugere) de Barretos, imensas árvores, a maioria tão florida nessa época do ano combinando com jardins bem cuidados e enfeitados. Ah, é lindo e natural. Existe um glamour inexplicável em cada casa.
A coisa que mais me chateia em um bairro tão harmonioso, são as cercas elétricas. Necessárias sim - pois não só eu, mas todo mundo sabe a riqueza por trás das lindas casas - , mas nada estético. Quando estão em altos muros, alguns até com cerca viva, chegam a ser até proporcionais, mas colocadas em portões abertos são um desastre.
Bem, posso explicar agora por que não gosto do City? Lá existe um irritante padrão estético de casas monstruosamente iguais, sobrados que invadem as calçadas sem deixar espaço para uma boa entrada. Não há harmonia e sim, padronização. É claro que existem sim casas bonitas, muitas na verdade, só que o conjunto não é bonito e nem há verde despretensioso e sim grandes construções e "verde artificial" (ãhn?). Nada contra quem mora no City, mas enfim.
Ah, como posso falar do Primavera e não falar sobre a casa mais famosa nele situada, a casa dos Monteiro. Eu, tenho a honra de dizer que já entrei lá, apesar de ser muito nova pra me lembrar bem de como era, ao menos posso dizer que tive a experiência (tive 'aulas amadoras' de natação na piscina lá). Um portão grandioso e de estilo antigo, um gramado extenso quase a perder de vista (ops, quase exagerei!) e uma casa tipicamente americana, é assim a fachada da casa onde antigamente havia um costume entre os casais de noivos de tirar fotos para o álbum de casamento. Também deveria falar da Praça da Primavera, o passeio dos namorados em muitas épocas, meu passeio de infância por muito tempo, e onde também havia o costume de tirar fotos de casamento. Hoje em dia, em eterna "reforma", mas nem entrarei em mérito disso.
Enfim, sei que digitei bastante, mas essa simples "voltinha" foi um tanto quanto inspiradora, descobri porque os escritores usam essa técnica quando estão no famoso bloqueio de inspiração.



Ah, só mais uma coisinha. Dica para as meninas: Se estiver com a auto estima baixa, coloque uma calça legging e dê uma voltinha no seu bairro - de preferência nos horários mais movimentados. Dica para os meninos: Podem gritar 'gostosa' desde que não queiram nada com a menina, podem virar o pescoço pra olhar ajuda o ego e ah, esse silencio que vocês ficam quando a gente passa perto de uma rodinha de amigos é constrangedor.

PS: É praça DA primavera ou DO primavera? Quando criança eu chamava "DA", mas teoricamente é DO bairro, né?
PS²: Digo teoricamente porque na prática a praça fica no Bela Vista, onde eu morava. Mas nem importa muito, pois o Bela Vista é um bairro de quatro quarteirões (sim, quatro!) que é grudadinho no Primavera.
PS³: Sim, vou ficar devendo mais fotos por enquanto :(

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Meu pai e a importância dos comentários de vocês


Esses dias meu pai veio falar que leu meu blog. E disse ser "engraçadinho". Aliás, ele deve estar lendo agora, né? Oi pai! :) Enfim, fiquei pensando se engraçadinho era bom e se tratando do meu pai, pode ser que sim. Mas sabe o que me irrita? Pessoas que vem aqui, lêem - e descobri que ao contrário do que eu imaginava, essas pessoas realmente lêem -, e vão embora sem deixar nem ao menos um comentáriozinho para eu saber que por um acaso, um dia, elas passaram por aqui. Ei, pai, não é com você ok? É com a galerinha aí, que tá lendo também, tenho certeza.
Daí você pensa, por que gastar seu tempo comentando? Bem, eu tenho esse blog mais como um auto-terapia para meus acessos literários (?), mas é bem legal ter a consciência de que alguém de fato lê, e mais legal ainda quando a pessoa comenta sobre o texto. Isso também faz com que eu atualize com mais frequência, afinal vou ficar pensando "Nossa, tenho leitores a agradar! Que tipo de post eles gostariam?". Como pouca gente comenta, e menos gente ainda comenta alguma coisa de conteúdo, vira essa atual várzea. Posto quando quero, o que quero. O blog é meu, né?
Por isso, leitores lindos da minha vida (Oh! Eu tenho 'leitores'?), não venham me cobrar no MSN, Orkut e derivados, um post novo. Porque daí venho cheia de esperanças olhar nos comentários, e... nada. Saibam que apenas comentando, vocês (vocês todos, três ou quatro que tão lendo aí) colaboram para a eficiência (?)do meu blog.
Enfim, é isso. Agradeçam pelo post sincero, em épocas mais bregas de pré-adolescencia eu colocaria um daqueles gifs ridículos nos meus posts. Se bem que...


Hahahahah. Comentem, ou ameaço de colocar gifs em todos os meus posts e dificultar a leitura geral da nação! ... Ok, exagerei, se eu colocar gifs demais, três das quatro pessoas vão parar de ler. Daí só vai restar meu pai, e se ele acha o blog engraçadinho tenho medo do que ele vai dizer sobre gifs animados.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Naquelas de vestibular


Pois é, esse é mais um daqueles posts onde eu digo "Oh, meu Deus, quanto tempo não venho aqui" e ainda "Prometo que vou tentar vir mais". Já repararam que "Prometo que vou tentar" não é promessa nenhuma? Afinal, você disse que iria tentar, logo, "ah desculpa, tentei e não consegui" e tudo vai pro ralo. Promessa é uma certeza, mas prometer que vai tentar não é certeza de nada, né? Enfim, não vou prometer. Eu gosto daqui, mas às vezes olho e dá uma preguicinha de pensar no que escrever, ou pior, às vezes eu estou toda inspirada e morrendo de preguiça de colocar em palavras.
Hoje eu que estou incrívelmente empolgada em escrever, também estou incrívelmente sem criatividade pra falar algo. O máximo de interessante que posso dizer aqui é que finalmente descobri o que quero fazer de faculdade, Publicidade e Propaganda. Meu primeiro vestibular é dia 14 e por sacanagem do destino, no dia 13 tenho dentista de manhã e o desfile do meu namorado a noite - é, daqueles com 90 pessoas desfilando que vai terminar certamente mais de meia noite. Que horas é minha prova? 8h da manhã. Também admito que não estudei nada, que faz muito tempo que nem faço uma prova e que vai ser um desastre.
Se eu vou no desfile? Lógico! Se eu vou passar no vestibular? Lógico! Afinal, a Lei da Atração me ama, já deu pra perceber isso depois que consegui realizar até os desejos mais idiotas. Hahahah E ah, não revelarei aqui os vestibulares que irei prestar, porque são em sua maioria de escolas particulares e não passar em um desses vestibulares é vergonha demais, mas nunca se sabe. Então quando eu passar, revelo! Hahahah
Kisses guys ;*

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Simplesmente Hollywood

Hollywood às vezes me fode. Esses dias eu assisti metade de um filme, achando que eu já tinha visto antes. Cheguei a insistir pra minha mãe que eu já havia visto aquele filme e ainda disse que ela estava junto. Pra variar, ela me chamou de louca e disse que ela nunca tinha visto o tal filme, nem nada parecido. Só depois da metade do filme é que fui perceber que eu não havia assistido AQUELE filme, mas sim um filme MUITO parecido. Como eu não sou louca e tava afim de provar isso para Luciana Gomes, senhora minha mãe. No dia seguinte fui até o todo-poderoso Google desvendar o mistério, procurando um filme que nem nome eu sabia e para o bem da minha sanidade mental, achei. Tendo em vista que o Bruno de SC até me chama de "Google" pela minha facilidade com a ferramenta, foi difícil não.

O filme em questão é "Simplesmente Marta", o filme é alemão e conta a história de uma chefe de cozinha, obcecada pelo trabalho e nada social, mas que é obrigada a fazer uma reviravolta na sua vida quando obrigada a se relacionar com sua sobrinha de 8 anos e um chefe de cozinha italiano. Marta faz análise, tem um psicológico super complexo e não me lembro dela comendo no filme, álias, até acho que esse era um ponto crucial na coisa toda, ela não comia os pratos que fazia. É um filme dito como Comédia, mas por ser tão intenso poderia muito bem ser rotulado Drama.

Já o americano é uma releitura 'hollywoodianizada' do alemão. "Sem Reservas" é um filme levinho, comédia romântica. Kate é a chefe Marta na versão americana,
interpretada por ninguém menos que Catherine Zeta-Jones, faz análise também, tem sua dificuldade com relacionamentos e também é obrigada a se relacionar com sua sobrinha de 8 anos e um chefe de cozinha italiano. A diferença é que o filme não tem tanta intensidade, e apesar dos momentos dramáticos não passa mesmo de uma comédia romântica.

Li algumas críticas, mas não consegui escolher entre os dois. Marta é um bom filme, original e com um roteiro de conteúdo, mas também sou fã de comédias água-com-açúcar porque tem momentos que é delas que você precisa e não de um filme de reflexão. Ou seja, gostei de ambos, cada um no seu momento. (:

Cena que mais me deixou pensando "Já assisti esse filme antes, não é possível"

Agora a mesma cena em "Simplesmente Marta"

Enfim, contei pra minha mãe que não sou louca e ela descobriu que realmente já tinha assistido ao "Simplesmente Marta" comigo.
- Mãe você sempre fala que sou louca, que sonhei com as coisas.
- É e você sempre me prova que tava certa.
HAHAAHAHAH
Beijos e beijos cats ;*

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Varrendo com luxo.



Pois é, então eu estou trabalhando pra minha mãe também nos últimos dias porque a Lúcia tirou uma folga. Minha função é de secretária, faço um café - de péssima qualidade -, atendo telefone, etc. Daí hoje ela me pede pra dar uma varrida na calçada. Ok, nem imaginei que havia uma vassoura aqui, mas ok.
Pois saibam que varrer a rua às 14h30 da tarde, de blusinha Les Lis Blanc e relógio Touch, em uma das esquinas mais movimentadas da cidade, não tem preço. O mais legal é perceber como uma atividade simples pode ser divertida e esclarecedora. Hahahah
Quero agradecer ao North Shopping, pelo relógio. À querida Nadir Helena, pela blusinha importada. À minha mãe, principalmente, por ter me dado essa missão e a vida. Também quero agradecer ao vento por ter me feito aprender o significado de persistência. E lógico, ao moto taxista que me fez lembrar que apesar de estar varrendo a rua, continuo gostosa. Não posso esquecer também de agradecer a cantora Yelle, porque varrer a calçada cantando em francês é puro luxo.
Enfim, obrigada gatos e gatas. Até a próxima.

sábado, 4 de julho de 2009

Boa noite, em que posso ajudá-lo?

Acabei de pedir uma batata recheada pelo telefone e o atendente não queria me deixar falar! Hahahah Como disse a Fê: "Como assim? Você liga pra PEDIR e a pessoa não te deixa falar?"

- Douglas lanches
- Oi, vocês estão entregando?
- Sim
- Eu quero uma batata recheada, sabor caprese (abri a boca pra pedir a coca...)
- Qual endereço? Mas como assim? Não terminei!
- Avenida 107 (Abri a boca pra falar a rua...)
- Que rua?
- Rua 78 ¬¬ (abri a boca pra falar o número...)
- Número? PQP!
- Número 1420
- Entre quais? Mas uai?
- Entre as ruas 78 e 80 ¬¬
- Tá
- Deixa eu te falar... Já que tem que pedir né?
- Oi?
- A caprese é com adicional de cheddar...
- QUE? (Tinha isso também, ele não tava ouvindo nada)
- A batata, caprese, quero com cheddar...
- Mas a caprese vai cheddar (Mentira! Só se isso mudou nas 2 ultimas semanas)
- Ah, vai? Então tá... (eu ia pedir a coca...)
- Qual seu nome?
- Carolina
- QUE?
- Carolina
- Desculpa, não to te ouvindo...
- CAROLINA!
- Caroline?
- ... é ¬¬ Fazer o que?
- Mais alguma coisa Caroline?
- SIM ¬¬
- Pode falar Ahhh, agora eu posso?
- Uma coca lata e uma trufa, do que tem trufa? (Nessa hora eu já tava imendando uma palavra na outra pra ele não interromper)
- Ô Fulaaano, de qq tem trufa ae? ahn.. óh, chocolate puro, floresta negra, cereja, coco...
- Chocolate.
- Chocolate?
- É ¬¬ Caravaggio!
- Mais alguma coisa Caroline? Caroline é a vó!
- Não, obrigada.

Nisso ele foi ver em qto ficava e eu ouvindo muuitas vozes ao fundo:
"pega a vodka"
"ou mais não-sei-o-que da vodka?"
...muitas vozes, e pensei "cara, até o DOUGLAS LANCHES* tá bombando de pessoas tomando vodka, e eu aqui nessa x-zeragem**".
Pois é, plena sexta-feira noite, eu pedindo batata recheada e fazendo post sobre isso! Pura x-zeragem.



*Douglas Lanches: Tenho que explicar aqui que, sou cliente do Douglas já faz um tempo, amo a batata de lá (única de Barretos, mas melhor que muitas de outras cidades) e não estou falando mal de nada viu? Segundo que, não que não seja muito frequentado, mas é uma lanchonete pô, tava bombando, badalado... uma lanchonete!
**X-zero: invíduo autista introspectivo, isolado, pega-ninguém com dificuldades de sociar-se principalmente com pessoas do sexo oposto. Ou seja, homem-bundão.


PS: Enquanto eu escrevia esse post a batata chegou, recorde absoluto de tempo em anos. Certeza que enquanto ele me fazia aquele interrogatório, já mandou fazer a batata e assim ganhou tempo! Hahahah Nova técnica do Douglas Lanches pra agilizar a entrega, agora tudo faz sentido. #teoriadaconspiração2
Ps²: Qualquer Carolina, Mariana, Mirela, deve me entender sobre o quanto é irritante ser chamada por um nome que termina o E.
Ps³: Será que vai chegar o dia em que eu vou conseguir fazer apenas um PS?

quarta-feira, 17 de junho de 2009

11ª Festa dos Campeões de Barretos! (Y)


O que foi que eu disse no post anterior? Que eu não tinha ingresso pra festa, mas eu ia porque assim eu disse, né? Então, consegui pulseirinha pra todos os dias da festa sem pagar absolutamente nada! E o melhor, sem ajuda da influência do meu pai ou da minha mãe! Hahahah Aliás né, obrigada Juh amiga, linda, maravilhosa, amo você! huaeihaeuiae
Então a Champion's Party foi... hum... boazinha? Antes que me critiquem, não to dizendo isso só porque fui free e to esnobando. To dizendo porque deixou muito a desejar mesmo. Primeiro que tava um frio absurdo demais que pra mim resultou em dor de garganta e uma tosse insuportavel, segundo que a organização foi péssima, tinha que andar uns cem metros do estacionamento até a entrada de credencial porque só tinha uma portaria que funcionava o sistema de computador e terceiro que 97% das pessoas do recinto eram extremamentes desprovidas de qualquer beleza, ou seja, eu conhecia menos que 3%.
No primeiro dia eu gastei dez reais em uma batida que me deixou trilouca e disso não posso reclamar. Pedi pro carinha abusar no álcool e assim ele fez, amém. Entramos (Eu e a Juh) no lounge (balada vip depois do show) porque disseram que a nossa pulseirinha verde entrava e dançamos até de manhã com nossos amigos mais triloucos ainda. Depois ainda fomos dar uma pinta nos Las Vegas (posto próximo e com alta taxa de baixaria) antes de ir embora.
Segundo dia foi bem...vazio. Encontramos algumas poucas pessoas conhecidas e ficou por isso mesmo. Descobrimos que a pulseira verde simplesmente não entrava mais no lounge (organização? oi?) e quase matamos alguém por isso. De qualquer forma, passou algum tempo e o promoter do lounge viu que não ia dar em nada (ninguém lá dentro, ninguém lá fora) e resolveu abrir pra everyone (nesse caso, everyone significa ninguém mesmo). Entramos lá e pra não falar que não tinha ninguém, tinha umas dez pessoas conhecidas (Oh!). Depois, Veguinhas Conveniência pra comprar Doritos, Fandangos e um vinho que o Reno bancou. Fomos pra porta da casa da Juh, bebemos, conversamos e aquilo e tal.
Bora terceiro dia. Eu toda esperando um "milagre de Dia dos Namorados" - Tá, eu sei que não existe, mas no dia eu inventei e esperei, ok? - e então, eis que, nada acontece. Pois é, nada mesmo. A Má prima da Juh foi com a gente e eu fiz um amiguinho novo, essa foi a parte legal. Fora isso, gastei 15 reais pra entrar naquele lounge e provavelmente foram os mais mal gastos da minha vida.
E finalmente, quarto dia. Sábado e pans. Inegavelmente o melhor dia, sendo que numa festa com esse saldo, "melhor" não significa completamente bom. Chegamos lá, arena relativamente cheia, encontramos pessoas legais, os meninos. Arranjei um gato - Ok né, eu nunca simplesmente fico com alguém novo. Esse já foi lanchinho ano passado, mas ainda não tem mérito suficiente pra eu prometer um post - que me fez companhia a noite toda. Os meninos tinham convite pra lounge, e a Juh simplesmente conseguiu umas cortesias pra gente. Dancei, beijei o gato, saí, andei, dancei, voltei pro gato e assim se sucedeu agradavelmente o resto da noite.
Saldo negativo da noite? Demorei demais pra encontrá-lo, ou seja, pouco tempo de aproveitamento. Além do mais, ele ainda foi embora meio cedo e isso é bem chato. Considerando que, dos quatro últimos que fiquei, dois deles dispensaram carona pra ficar comigo, outro foi algo tipo flash que nem conta e então, esse quarto desequilibrou meu balanço perfeito quando deveria sim ter dispensado a carona porque tinha como arranjar outra. Mas sabe o cara que mora longe? Enfim.
Agora chega porque se não ninguém vai ler isso aqui, né?
Beijos.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Vidente de concurso de beleza né. Ok.

Vamos lá, ao resumo semanal (aliás, findesemanal) da minha vida.
Sexta-feira foi um dia de muitas emoções, a gente (Mah, Bubs, Juh e Lah) ia na casa da Lara tomar vinho e acabou indo pro planetário, divertido e misterioso, mas frio demais! Então íamos pro Lela's comprar bebidas, mas fomos pro Jhota's e encontramos uns amigos. Daí então fomos convidadas pra um churrasco ali perto que por um acaso era na casa de um amigo meu, pasmem, da 8ª série que eu não via a tempos. Ok né, saímos pra ir na Lara e no final da noite estavamos bebendo de graça! Hahahah Além do mais, quem disse que eu no final não arranjei companhia? Pois é, paixãozinha desde 2005 mais ou menos e também 'amor de carnaval' eterno. Qualquer dia eu entro em mérito de contar essa história, com todos os choros, beijos, abraços, dr's e até... sangue? Hahahah
Sábado fui com a Juh e minha mãe na Cidade de Maria, no tal Arraiá e depois saímos pra dar umas voltas com Heric e Lucas. Ok, foi legal na cidade de Maria, mas quando perguntadas pelo Lucas o que tinha de bom lá, tudo o que soubemos responder foi sobre comida. "Ah, tinha fogazza, pastel, fraaango" e por aí vai. Ainda terminei minha noite naquelas de seriado + coca-cola + salgadinho. Coisa que eu amo, desculpa.
Domingo nada interessante, segunda meio que trabalhei e ontem eu fui no concurso Rainha dos Campeões. Pra minha felicidade, a Dai pegou uma faixa! Daiane, 2ª Princesa da Festa dos Campeões :) A menina que eu não queria que pegasse faixa nenhuma, não pegou nada! Hahahah A outra (Suelen) que tinha a torcida mais calorosa do Brasil (em que minha tia/prima/parente tava presente) pegou 1ª Princesa com uma diferença pouca de votos e a que desde o começo eu sabia que ia ganhar - lembrando que eu acertei o resultado do Concurso da Rainha em uma que quase ninguém apostava-, ganhou.
Ai, é isso. E sem esquecer que hoje começa a Festa dos Campeões! Ou seja, cerveja. Mesmo. Hahahah Pra variar eu não tenho ingressinho ainda e nem sei de onde vai sair dinheiro pra compra-lo, mas é certo que vou. Afinal, sempre que eu falo que eu vou, eu vou, não importa muito bem como. Agora eu vou trabalhar, chavecar o patrão e ver o que vira. Beijo.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Oi, voltei.

Bom, seguinte, não posto aqui faz tipo meses? E levando em consideração os fatos sucedidos na minha vida parece até mais. Normalmente eu explicaria tim-tim por tim-tim num post mega gigantesco, mas quem sabe não volto a postar com freqüência (não tem trema mais, né? Foda-se, amo trema) e explico parcelado mesmo?
O que posso adiantar é que o rapaz do último post não vale nada e talvez não consiga valer nem menos que nada, e após ele aprontar tanto comigo descobri que não vale a pena sofrer por idiota and it's over baby. Também posso dizer que tive um namoro de 3 meses (fevereiro-março-abril) que foi o meu relacionamento até hoje que chegou mais perto do ideal, mas como não era eu levei um pé de quem eu achava ser meu príncipe (ou homem da minha vida), e isso só a ciência explica, ou seja, um psicólogo. Porque se tem algo que esse meu ex precisa é de um profissional. Fora isso eu to levando a vida. Levanto todos os dias sabendo mais ou menos no que o dia vai dar e não que eu esteja feliz com isso, mas ser feliz não é o que está em questão agora e sim, sobreviver.
Ah é, parece que não, mas esse lance de namoro e homem da minha vida me levarão a algo que tenho tendência a chamar de depressão, mas ok, não chega a ser doença. Fiquei mal, deprimida, chorei demais e precisei de muito colinho da mamãe e de abraços amigos, por isso que só por eu estar levantando da cama e tentando levar a vida como ela deve ser levada, estou satisfeita por hora. Legal é que cheguei a falar aqui no blog sobre minha facilidade pra esquecer pessoas no post da Quase-Fossa e agora me vejo nessa situação desagradável, mas deixa, discorro sobre esse assunto em um outro post.
Ah tá, larguei o cursinho e to tentando me manter como free lancer, mas eu sempre achei que não servia pra esse negócio de trabalhar, então sei lá. Por exemplo amanhã eu tenho um encontro com meu pai na empresa às 9h e o que faço eu acordada as 4:46h? Enfim, to editando uns vídeos pra um amigo do meu pai aí e vejo se disso rola fazer uma grana e ficar rica pra nunca mais ter que trabalhar!
E juro que eu tentei me controlar, mas as palavras pularam da minha boca do meu dedo e por isso o post parece meio apressado/corrido. Também tem o fato de que eu deveria ir durmir, então tchau.


PS: O que importa mesmo na vida são amigos e tomar chopp no Shopping de Rio Preto com o Heric, a Juh, o Lucas (Não, não é o ex) e a Tia Eliane (always know as mãe do Heric)
PS²: Outra coisa que importa na vida é existir um tal de Maracanã - aqui era o momento onde eu colocaria um link do site do H2 Chopp com a devida explicação, mas o H2 Chopp não tem site então vamos pular essa parte -, chopp de 700ml. Obrigada.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Faltam respostas, e me falta você.

Eu me sentia sozinha, sentia falta dele, muita falta - sei que disse no outro post que estava livre dele, mas mentira, a gente nunca tá livre de quem a gente realmente gosta. Ele vez em nunca trocava umas palavras comigo, mas como conversar bem após uma briga feia? O tempo foi passando e a conversa evoluindo, mas eu pensei em vê-lo como amigo. Um dia numa festa, com muito e muito álcool na mente, eu disse pra uma desconhecida qualquer ficar com ele e disse que se fosse por falta de propaganda eu fazia, disse ainda que ele beijava bem, isso tudo na frente dele. Eu devia era tá querendo mostrar que eu não me importava. E na mesma festa eu fiquei com o amigo dele.
Passou o Natal, o Reveillon. Mas a saudade só apertava, porque fui pra praia e praia me lembra ele, toda vez. A gente foi se falando depois que voltei da praia, foi se falando tanto que surgiu a esperança e a esperança foi se tornando real. Achei que ele já soubesse, e mesmo que não soubesse, eu tinha que contar. Contei que fiquei com o amigo dele. Ele se sentiu espantado. Então depois, descobriu que todo mundo já sabia, menos ele. E ele se sentiu corno - é o que creio eu. Orgulho ferido, creio eu - de novo.
Começou a dizer que não estava pronto para uma decisão sobre isso e saiu. E eu que queria tanto ele de novo, estraguei as chances. Quase chorei, mas não quis, fui forte. Viajei, cidade perto, ver a família. Dentro do hotel de madrugada, pelo notebook, mandei três depoimentos falando tudo o que sentia. No dia seguinte eu descubro que ele apagou dois, mas deixou um. Tudo isso sem responder nada. Mais tarde no msn perguntei porque e ele me disse que não tava pronto ainda pra respondê-los, mas que deixou um lá, disse ainda que viu que eu gostava mesmo dele e que tava impressionado. Acho que ele queria era lembrar que alguém gosta tanto assim dele.
Esses dias ele confessou que na nossa última briga ele fez drama porque estava nervoso. Será que dessa vez também é drama? Será que ele vai abstrair tudo isso pra poder finalmente ficar comigo? Será que algum dia ele realmente estará pronto pra me responder essas perguntas? Não sei. Só sei que o dia em que ele apagar aquele último depoimento sem me responder nada, aí sim, eu vou chorar.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Super Verão, lugar de fazer amigos.

Desculpem pelo post anterior, que foi bem vago, bem alcoolizado e diferente do que eu estou acostumada a escrever. Mas faz parte da história do blog, então deixa ele aí.
Creio que não tive uma despedida decente de 2008 por aqui, mas acho que esse ano nem mereceu uma despedida muito decente. Como eu já disse, foi um ano doloroso e que eu agradeço pelos aprendizados... Mas como diz a crendice popular, ano ímpar que é bom!
Meu natal foi bem legal, fiz a tradição que gosto de fazer todo ano, passar na casa do meu pai com a minha mãe, irmã e madrasta e comer muitas cerejas. Logo na madrugada do dia 26 eu fui pra praia, não apenas a passeio, mas porque minha mãe tá trabalhando num evento em Caraguá e me levou junto.
Pensei que por estar em mais uma viagem com a minha mãe, ia ser aquela timidez, eu não ia conhecer ninguém e etc. No começo foi assim mesmo - apesar de que todo dia tinha show... Jammil, Revelação, Banda Eva, Inimigos, Exalta! Mas no camarote a faixa etária era alta demais pra mim -, só que depois essa viagem se revelou uma das melhores... E adivinhem quando isso começou a acontecer? No Reveillon do evento, após a meia noite dada, o champagne brindado e a cereja da virada (uma tradição que pretendo começar)!
Engraçado como foi apenas entrar em 2009 que as coisas começaram a mudar. Os meninos de um grupo de pagode que tavam no hotel com a gente e tocando no evento todos os dias, começaram a interagir mais comigo e a partir daí foi só alegria, todos os dias a gente ficava até de manhã numa salinha do hotel conversando, bebendo cerveja, fumando narguile, etc. Pra variar rolaram as paquerinhas, os rolos e uma ficada com um dos amigos do grupo (que mora na melhor cidade possível, Floripa) - muito boa por sinal - aos 45 do segundo tempo, quando eles já tavam indo embora. Além do mais, ir nos shows ficou muito mais divertido e pasmem meninas, abracei o Sebá do Inimigos e conversei com ele, minha mãe tava trabalhando com camarim e eu não curto muito ficar indo ver artista só pra um oi e uma foto, mas Inimigos eu fiz questão de ver e foi ótimo, são gente boa demais.
Enfim, a viagem foi ótima! Fiz amizade com o tal grupo, com os amigos deles que tavam junto, com gente de Barretos que eu não conhecia, com gente de Caraguá... E ainda voltei me sentindo tão mudada, com outra visão das coisas. Acho que é mesmo o efeito 2009 em mim.
Triste só foi a despedida, voltar pra Barretos e descobrir que em plena terça-feira de férias o Paulistano estava desanimadíssimo, acabei ficando também. Mas hoje vamos ver se animo e já começo a pegar a essência o final de semana... Afinal, após tanto tempo indo tooodo dia em shows e badalações chegar aqui e ficar parada não rola, né?
FELIZ 2009 MENINOS E MENINAS :*

PS¹: Aprendi a falar Caraguatatuba rápido sem tropeçar nas palavras.
PS²: Crianças, tentem isso em casa.
PS³: Praia mesmo, só fui três dias. E um deles tava chovendo.
PS¹¹: Sim, eu vou na praia com chuva e daí?
PS¹²: Sim, deu pra ficar com marquinha de leve, mas não mais preta.
PS¹³: Sempre empolgo em PS's.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Formatura


Segundo eu mesma, eu não deveria fazer um post no teor alcoólico que estou, mas farei. Só pra dizer que hoje foi a minha formatura de 3º colegial e foi boa demais!
Não, não fiquei com quem eu queria e nem metade das coisas que eu queria aconteceram, mas foi boa. Hoje significou o encerramento de uma etapa da minha vida, e como diz um amigo meu, pra 2009 só tenho a dizer "Vamo que vamo".
Esse ano foi significativo demais pra mim! Aprendi, amadureci e não deixei de ser quem sou. Obrigada 2008, foi doloroso, mas me fez crescer :)
Que venha 2009! Feliz natal pra todos vocês ;)

domingo, 21 de dezembro de 2008

Questão de Maturidade

Algumas pessoas chegam aos 18 anos sem a menor idéia do que fazer da vida. Outras, apenas aos 6 anos de idade já tem a idéia absoluta do que vão fazer. É assim, uma questão de maturidade, a gente nunca pode dizer que alguém está pronto ou não para algo apenas pela idade, porque a idade é apenas um pequeno indicador e a maturidade é um indicador enorme, vermelho e que ainda pisca (??).
Os fatos são, minha mãe aos 6 anos de idade já sabia que queria ser jornalista e foi mais ou menos por aí a sua primeira vez falando para o público, depois disso foi oradora nas suas formaturas (por indicação dos outros), e passou seu primeiro ano da faculdade com 17 anos (porque ela é meio adiantada, faz aniversário em novembro), daí pra frente se tornou uma excelente profissional e isso não é só minha opinião, é verdade. Já eu, aos 17 anos ainda não sei o que fazer da vida, cada dia que passa tenho aprendido a segurar certas responsabilidades e principalmente nas últimas semanas tenho me sentido mais mulher, tomando decisões importantes na minha vida.
Maturidade não é idade e sim experiência, modo de viver e de olhar as coisas, jeito de lidar com as responsabilidades e importantes decisões. Ninguém é obrigado a saber o que quer da vida com 6 anos de idade porque isso vai de cada um, mas também as pessoas não deveriam chegar aos 40 ainda não sabendo de nada e não querendo ter responsabilidades. Por mais que você tente adiar, um dia você vai ter que tomar as rédeas da situação e quanto mais você demorar para aprender a lidar com isso, mais difícil vai ser esse dia. Por isso comece por pequenas decisões, pequenas mudanças, e um dia você vai se olhar e pensar "Nossa, amadureci".
Kissescallme!
C. Gomes

PS: Ninguém precisa desistir de sonhar, de se encantar com as coisas simples ou de brincar e rir como criança quando der vontade.
PS²: Para ser maduro, não é preciso ser sempre sério e sempre adulto.
PS³: Obrigada Rôdy (Domínio do Rôdy) pela inspiração do post no meio de uma conversa "adulta" (hahahah).